Pensamento!
Atualizado em: 22/09/2011 - 07:52
- Até quando nossas cidades vão suportar o aumento de veículos, neste ritmo? É uma bomba relógio que precisa ser desarmada, urgentemente!
- É mais fácil reduzir o ritmo da venda de veículos novos do que ampliar a capacidade das ruas e estacionamentos nesta velocidade... Parece óbvio.
- Se em outros tempos os brasileiros foram incentivados a comprar carros para preservar os empregos de quem trabalha nas fábricas, agora o caminho é inverso.
- Na década de 70 o governo incentivou, também via financiamento, a destoca de terras em todo Brasil. Agora estamos pagando para repor as matas ciliares e discutindo se devemos ou não repor a reserva legal.
- Destruímos tudo e ainda com financiamento do governo. Agora pagamos muito mais caro para recompor o sistema que poderia ter sido preservado se o governo da época tivesse pensado no futuro!
- Quem derrubou a mata ciliar e a reserva legal, mesmo contra a lei e com ajuda do governo, hoje acha que tem direito adquirido sobre as áreas e que não pode mais viver sem elas...
- Simplesmente estamos repetindo o filme da destoca. Vendemos carros com incentivos do governo para resolver o problema do desemprego e não de transporte das pessoas. Tá errado.
- Por outro lado, não investimos em aeroportos, rodovias, hidrovias e nem em ferrovias. Quem compra carro hoje não sabe se vai andar amanhã, ou por falta de lugar para estacionar, ou por falta de espaço para andar nas ruas congestionadas. E se a economia sofrer um impacto por menor que seja, não sabemos se vamos conseguir pagar as parcelas dos financiamentos com prazos quase intermináveis.
- Assim como na destoca desenfreada do passado, o excesso de veículos também provoca desequilíbrio financeiro e ambiental. Alguém, um dia, vai pagar essa conta.
- Ao contrário do incentivo à construção da casa própria, dentro dos seus limites. Esta sim ativa a economia de forma saudável e não provoca desequilíbrio, pelo contrário. Quem assume parcela de financiamento, deixa de pagar aluguel.
Comentários
Você precisa estar logado para comentar, clique aqui para entrar.
Se você for um novo usuário, clique aqui para se cadastrar.