Piadas do dia 18/06

Atualizado em: 18/06/2013 - 00:00

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Programa

Vendo as péssimas instalações do prostíbulo, o rapaz na “casa das tias” pergunta para a atendente:

- Quanto é o programa?

- É 50!

- Tem troco para R$ 1?

Cara do paciente

O casal foi ao médico porque o marido não se sentia bem. Depois de uma rápida avaliação, o doutor, com uma cara de preocupado, diz para a esposa de seu paciente:

- Minha senhora, eu não estou gostando nem um pouco do seu marido!

- Eu também não, doutor, mas ele é tão bom para as crianças...

Português correto

Um conhecido político foi visitar um correligionário no interior da Bahia. A conversa estava animada e o anfitrião tagarelava num português corretíssimo. Aliás, humilhava o convidado com a espontaneidade e a grande versatilidade vernacular. Ao se despedirem, ao acompanhar o político até o avião, o letrado falou:

- Boa viagem, insigne partinte.

O político, para mostrar que também dominava a fina flor do Lácio, inculta e bela, retribuiu:

- Até breve, insigne ficante!

Sem memória

Agarrado no poste, o bêbado fala sozinho:

- Não tô conseguindo lembrar se minha mulher me disse “Bebe só um copo de pinga e volta às dez” ou “Bebe dez copos de pinga e volta à uma”!

Negócios da família

Um libanês estava moribundo em seu leito de morte. Quase não conseguia articular as palavras e sua visão já não mais funcionava. Ele se sentia extremamente fraco e percebeu que iria morrer. À sua volta, sua mulher e seus filhos velavam por ele. Definhando, ele começou a chamar pelos filhos, mal conseguindo falar ou se mover:

- Mirna!
- Estou aqui, papai.
- Samir!
 - Estou aqui, papai.
 - Bechara!
- Estou aqui, papai.
 - Adma!
- Estou aqui, papai.
- Salim!
- Estou aqui, papai.
Por fim ele deu um suspiro e chamou pela esposa:
- Mintaha!
- Estou aqui, querido!
O libanês levantou-se num pulo, retirando o cobertor de cima
dele e deu um grito desesperado:
- Ahrá! E quem ficou tomando conta do loja

Reencontro

O Teobaldo morreu. Ele queria muito encontrar seu pai, que morrera já velho, mas deixara o filho ainda jovem na Terra. Chegando lá, Teobaldo encontrou um senhor de idade e barba branca, que lia algo tranquilamente.

Teobaldo dirigiu-se a ele:
- Olá, você é meu pai?
- Não, meu filho... Eu sou São Pedro, o que procuras?
- Estou procurando por meu pai, que morreu há muitos anos...
- Hmmmm, pai? Morreu há muitos anos?
- O que mais você sabe sobre ele?
- Eu acho que ele era marceneiro e morreu quando eu era
menino ainda...
- Já sei quem pode ser seu pai... conheço um marceneiro velho que vive falando de seu filho, que está na Terra...
- Conhece, seu Pedro? Então me diga onde ele está!
- Por favor. Venha comigo...
Já diante do velho:
- Olá, você é o tal marceneiro que tem um filho muito novo?
- Sim, sou eu mesmo...
- Chuinf! Papai!
- Oh! Pinóquio!!!

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