Geral

Doença grave impõe restrições alimentares por toda a vida

O Presente

15/06/2013 às 08:36 - Atualizado em 15/06/2013 às 08:36

Carina Ribeiro


O teste do pezinho foi determinante para que o garoto rondonense Mateus dos Santos Freza, que hoje tem 11 anos, não perdesse aos poucos os movimentos e estivesse a caminho de ter que usar uma cadeira de rodas. Ele é portador de uma doença genética chamada fenilcetonúria, que impõe uma série de restrições alimentares. Isso porque os alimentos que têm uma substância chamada fenilalanina podem intoxicar o cérebro causando retardo mental irreversível. A fenilalanina é um aminoácido presente na proteína dos alimentos e que gera uma substância “venenosa” para crianças que nascem com esta doença, devido a um problema digestivo no fígado.

Mateus nunca comeu um simples pão francês comprado na padaria. Ele não pode ingerir derivados de carne, leite, ovos, peixe e nem grãos, com exceção de arroz, mas somente em pequenas quantidades, pois ainda assim o cereal é visto como vilão da alimentação de Mateus. O principal alimento da dieta rigorosa que ele vai carregar por toda a vida é uma fórmula especial importada da Alemanha e que ele recebe da Fundação Ecumênica de Curitiba, já que ela não é encontrada em qualquer estabelecimento comercial. Graças ao trabalho da referida entidade, o menino ainda recebe mensalmente uma cesta com produtos como macarrão, bolacha e farinha especiais, pois não pode consumir as existentes no mercado.

(Leia a matéria completa na edição impressa de O Presente)

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