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Agronegócio

Como explicar que comercialização antecede à colheita? – por João Luis Nogueira

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Existe um custo que está sempre presente na vida de um produtor de commodity, no caso em questão, o de SOJA e o de MILHO. Não é mais novidade que o Brasil se tornou há pouco tempo o maior produtor e exportador de soja e, certamente, caminha para ser o maior exportador de milho. Dois produtos super importantes na dieta da maioria dos povos, do continente norte-americano, asiático, europeu… Enfim, todos países com poder de compra, que consomem, por exemplo, carne suína, que lidera a preferência mundial dos apreciadores de proteína animal.

As commodities, caso da soja e do milho, têm seus preços cotados nas bolsas, onde a maior referência é a Bolsa de Chicago (CBOT), localizada na cidade de Chicago, nos Estados Unidos. É justamente neste ambiente que todas as informações a respeito dos fatos que estão acontecendo ou que especula-se sobre os mesmos, ao redor do globo terrestre, influenciam ou podem influenciar os preços.

Desta forma, os preços têm sua formação de acordo com as expectativas FUTURAS sobre fatores fundamentais, como oferta e demanda, determinando as ações no presente.

Nesse sentido, ficar atento às tendências sobre o clima, câmbio, juros, relações geopolíticas e performance econômica de países produtores e consumidores, atenção aos movimentos dos fundos de investimentos… Enfim, variáveis inúmeras, que se alteram e demonstram possíveis interesse de compradores e vendedores, são imperativos para quem está nesse negócio.

Vivemos um momento repleto de razões para ficarmos atentos ao que acontece e é muito bom nos precaver, porque INCERTEZAS, infelizmente, é uma palavra muito pronunciada por analistas do mundo todo no momento.

João Luis Nogueira é diretor do Departamento de Agronegócios da Prefeitura de Toledo, presidente do Conselho de Agronegócios, palestrante e consultor

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