Pastor Mário Hort

Alegria pelo dia do juízo final em Frankfurt – 7ª parte

 

Estamos em viagem para Jerusalém, Israel, e estou concluindo a escrita de nosso tema. Faltava a inspiração para descrever o momento mais dramático de comparecer diante do tribunal do juízo final.

Acabo de levantar da mesa do jantar cheio de alegria, uma alegria que Deus inspirou na mesa do jantar com a filha Djessica, o esposo pastor Maiko e os filhos Tobias e Richard Müller.

De repente me sobreveio a alegria, pela visão que Deus me deu sobre o juízo final, que será como foi quando o filho pródigo chegou em casa e o Pai o esperava e foi ao seu encontro de braços estendidos, dando o bem-vindo ao filho pródigo, colocando-lhe um anel em seu dedo e dando um grande banquete.

O dia do juízo final será com a alegria descrita por Jesus que contou a parábola do filho pródigo.

Sim, nós seremos recebidos como “pródigos” que foram resgatados e chamados pelo Espírito Santo e falhamos muitas vezes. Seremos recebidos porque foi resgatado pelo sangue de Jesus.

A alegria do dia do juízo final será com a dos anjos que festejaram por todo pecador que se arrependeu. (Luc 15:7)

Espero aquela “Ceia no Lar Celestial” na Nova Jerusalém. “Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. (Joaõ 3:17-18)

Apenas uma grande preocupação comove a minha alma pastoral: “Estamos realmente em ordem com a justiça divina? Agimos de forma correta e digna para não ser rejeitado naquele dia? Ou estamos nos enganando a nós pessoalmente com religiosidade, “propinas” em ofertas e dízimos?

Jesus falou de um homem rico que foi sepultado e logo olhou para cima e viu Abraão de longe com Lázaro ao seu lado. Então o homem rico chamou: “Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo na água e refresque a minha língua, porque estou sofrendo muito neste fogo”. Mas Abraão respondeu: “Filho, lembre-se de que durante a sua vida você recebeu coisas boas, enquanto que Lázaro recebeu coisas más. Agora, porém, ele está sendo consolado e você está em sofrimento. E, além disso, entre vocês e nós há um grande abismo, de forma que os que desejam passar do nosso lado para o seu, ou do seu lado para o nosso, não conseguem”. (Lucas 16:19-31)

Aceite agora o amor de Deus e você será recebido no juízo com as palavras: “Vamos comemorar, pois este meu filho(a) estava morto(a) e voltou à vida; estava perdido(a) e foi achado(a)”.

Você será recebido(a) com essas palavras do Senhor naquele dia final?

 

Mário Hort, o autor é pastor da Igreja de Deus no Brasil em Marechal Cândido Rondon

ecosdaliberdade@yahoo.com.br

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