Paraná Produtivo - ADI-PR

Brasileiro consome anualmente em média 42,6 quilos de carne de frango

Dia do Frango

Produtores de aves dos 25 países membros do Conselho Mundial da Avicultura (IPC) comemoraram no domingo (10) o Dia Mundial da Avicultura. A celebração acontece desde 2012. Presente na mesa das famílias brasileiras e do mundo todo, a carne de frango é a única que não possui restrições religiosas. Sua versatilidade permite que seja preparada tanto para ser servida em pratos requintados ou rápidos e simples. Fonte de vitaminas e minerais, a carne de frango é reconhecida como uma proteína leve, saudável e com baixo índice de gordura. Anualmente são consumidos, em média, 42,6 quilos de carne de frango por cada brasileiro. É a proteína animal mais saboreada no país. A avicultura emprega 3,5 milhões de trabalhadores em todo o Brasil. São mais de 100 mil produtores integrados e independentes no país produzindo mais de 13,15 milhões de toneladas de carne de frango anualmente.

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Produtores contrataram

Os financiamentos do Plano Safra 2019/2020 contratados pelos produtores rurais, entre julho de 2019 e abril deste ano, somaram R$ 156,6 bilhões, um aumento de 12% em comparação a igual período da safra passada. Os números fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2019/2020 divulgado na última sexta-feira (08) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base nos dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central. Das aplicações em custeio (total de R$ 86,5 bilhões, alta de 12%), R$ 20,2 bilhões foram contratados por médios produtores rurais – pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor -, aumento de 40% em relação à safra anterior, com quase 136 mil contratos. Os agricultores familiares – por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) – contrataram R$ 12 bilhões (16%), com 417,5 mil contratos.

 

Laboratórios de biogás

Em cerimônia on-line, foi lançado na última sexta-feira (08) o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Energias Renováveis – Biogás. O objetivo é efetivar e perenizar a produção do biogás e as energias originadas das suas aplicações e de seus derivados por meio da criação de uma Rede Paranaense de Laboratórios de Biogás (Labiogás-PR). Rede que será organizada e articulada conjuntamente pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Fundação Araucária, Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Secretaria da Agricultura e Abastecimento e pelo Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás). O Plano de Trabalho, que inclui o desenvolvimento de uma plataforma digital para gestão da rede, implantação do laboratório experimental de biogás no Tecpar e estabelecimento de cooperação com a Universidade de Hohenheim, na Alemanha, será desenvolvido em 18 meses.

 

Exportações de carne

As exportações brasileiras de carne bovina, considerando o produto in natura e processado, recuaram 1% em abril ante igual período do ano passado, informou na última sexta-feira (08) a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Em abril, o país embarcou 135.587 toneladas de carne bovina e, com as vendas, gerou divisas na ordem de US$ 577,3 milhões, 12% maiores que o faturamento obtido um ano antes, informou a Abrafrigo com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A China, principal importadora da proteína, foi responsável por 53,7% das aquisições, com 80.056 toneladas. A Abrafrigo destacou ainda a elevação de 42,8% nos embarques para a Rússia e de 57,8% para a Arábia Saudita. Mercados como Chile, Egito e Emirados Árabes registraram quedas expressivas nas importações de carne bovina do Brasil, com recuos de respectivos 14,3%, 44,1% e 57,8%.

 

Emprego atinge menor nível

Os dois indicadores do mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentaram piora em abril devido às incertezas provocadas pela pandemia de Covid-19. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências com base em entrevistas com consumidores e empresários da indústria e dos serviços, caiu 42,9 pontos de março para abril. Com isso, o indicador recuou para 39,7 pontos, em uma escala de zero a 200. Foi a maior queda mensal e o menor nível do indicador na série histórica da pesquisa, iniciada em 2008. O outro índice da FGV, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), subiu 5,9 pontos em abril para 98,4 pontos. O ICD é medido em uma escala invertida de zero a 200 pontos, em que o crescimento do indicador significa piora.

 

CNI projeta queda

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta queda de 4,2% na economia este ano. O cenário é considerado o mais provável pela Confederação para o recuo do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país). Para a CNI, o grau de sucesso das medidas econômicas para reduzir os impactos da crise provocada pelo coronavírus e a extensão da quarentena serão determinantes do PIB. Diante desse quadro, o estudo Informe Conjuntural traça três cenários para 2020: um pessimista, um base e um otimista. A previsão para o PIB antes da crise causada pela pandemia da Covid-19, de dezembro de 2019, era de crescimento de 2,5% este ano.

 

Alta do dólar

Com a forte valorização do dólar frente ao real, a competitividade da soja brasileira tem se elevado, especialmente em relação ao produto norte-americano. Esse cenário segue impulsionando os valores domésticos da oleaginosa, que estão em movimento de alta desde o início desta temporada. Entre 30 de abril e 08 de maio o Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá registrou significativa alta de 7,57%, fechando a R$ 111,42/saca de 60 quilos na última sexta-feira (08). O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu expressivos 7,77% entre 30 de abril e 8 de maio, a R$ 104,41/sc de 60 kg no dia 8. Ambos renovaram os recordes nominais da série do Cepea. Quanto ao dólar, de 30 de abril a 8 de maio, se valorizou fortes 5,52%, a R$ 5,748 no dia 8. O baixo volume remanescente de soja no País, as incertezas quanto às relações comerciais entre os Estados Unidos e a China e o menor incentivo nas exportações da Argentina também fazem os preços dispararem no mercado brasileiro.

 

Concessão e renegociação

A concessão, renovação e suspensão de crédito para empresas somaram R$ 323 bilhões após o início da pandemia do coronavírus, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febrabran). O valor é referente ao período entre 16 de março – data em que a Febrabran anunciou a possibilidade de prorrogação de parcelas de dívidas – e 30 de abril. O montante representa uma alta de 75,5% na comparação com março e abril de 2019, considerando a média por dia útil de cada período, e diz respeito a todos os bancos do país, inclusive os públicos. Em nota, a Febraban explicou que contribuíram para o resultado a incerteza do cenário econômico, em razão da pandemia, e o cancelamento de linhas de financiamento externo para o Brasil. Isso faz que o mercado interno de crédito seja mais acionado.

 

R$ 5 bilhões para turismo

O governo federal publicou em edição do “Diário Oficial da União” da última sexta-feira (08) uma medida provisória que libera R$ 5 bilhões para o financiamento de empresas do turismo afetadas pela pandemia de Covid-19. O texto, que já havia sido anunciado anteriormente, foi publicado na data em que é comemorado o Dia Nacional do Turismo e segue para análise do Congresso. O montante vai abastecer o Fundo Geral do Turismo (Fungetur), criado na década de 1970 para financiar a infraestrutura do setor no país. Segundo o Ministério do Turismo, a linha de crédito atenderá desde agências e locais de hospedagem até parques temáticos e centros de convenções. Em coletiva, o ministro Marcelo Álvaro Antônio afirmou que 80% dos recursos irão para empréstimos a micro, pequenas e médias e empresas. Os demais 20% serão disponibilizados para as grandes empresas.

 

Siderúrgica de Curitiba

O projeto de implantação de placas solares fotovoltaicas na siderúrgica Central de Serviço do Aço (ACSO) em Curitiba está em fase de finalização. A usina solar faz parte do Programa de Eficiência Energética da Copel, que destina parte de sua receita operacional líquida anual em melhorias de instalações e gestão energética. A siderúrgica foi uma das empresas selecionadas na Chamada Pública da Copel, aberta a propostas de eficiência energética nas áreas industrial, residencial, comércio e serviços, Poder Público, iluminação pública e rural. A unidade fabril da ACSO, que atua como uma central de serviços integrados para aços planos e longos, está instalada em uma área de 13 mil metros quadrados, com capacidade para processar 130 mil toneladas de aço por ano. A planta recebeu 1.216 painéis fotovoltaicos, que terão capacidade de geração de 330 kilowatts-pico (kWp), unidade de potência energética associada a células fotovoltaicas.

 

Redação ADI-PR Curitiba

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br.   

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