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Pastor Mário Hort

Norberto, você será um dos poucos que serão salvos? – 5ª parte

Perguntei ao meu irmão Norberto Hort, da Alemanha: você será um dos poucos que serão salvos?

Norberto repondeu:

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“Que pergunta! Esta é a pergunta mais importante de nossa vida que mexe com o meu coração: eu serei salvo? Serei um dos poucos? Eu serei alguém de quem Deus teve compaixão? Eu Norberto Hort, serei um dos poucos?

A minha alma jubila, pois eu posso dizer “SIM”. Mas, por que eu posso ser um dos poucos?

Não é porque eu mereço, mas porque Deus teve compaixão de mim. Serei um dos poucos, porque reconheci que existe um só Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.

Porque Jesus é o meu Messias e meu Deus, e meu Salvador, eu sei que serei um dos poucos salvos.

A Bíblia diz que serão abertos livros e lá estão inscritas todas as obras das pessoas. E elas serão julgadas pelas obras que fizeram.

Porém, então vem minha alegria, pois no versículo 12 diz: ‘e também será aberto o livro da vida e os nomes das pessoas que foram inscritas neste livro, não serão julgadas. Estes irão atravessar o vale da morte e serão bem-vindos no céu, por Jesus. Assim, porque meu nome está inscrito no livro da vida, eu serei um dos poucos’. (Apocalipse 20:11-15)

Aos 12 anos de idade, quando meu irmão Mário entregou sua vida a Jesus, numa igreja no Boqueirão, em Curitiba, ele voltou cheio de alegria e eu pensei: por que eu não faço o mesmo?

Após um ano, eu tomei a minha decisão e fui em frente, num culto, aceitando a Jesus Cristo como meu Salvador pessoal.

Em outra evangelização, no ano de 1968, no estádio do Tarumã, em Curitiba, certa noite eu sabia que esta seria a noite que eu deveria reconfirmar a minha decisão, dizendo: ‘Jesus, eu sei que o Senhor é Salvador, salve a minha alma, inscreva o meu nome no livro da vida’. E é por essa experiência na fé que eu sei que eu serei um dos poucos que serão salvos.

Trabalhei por muitos anos como pastor, levando pessoas a Cristo. Durante um congresso em Curitiba, trabalhei demais até que estive exausto. No Estado do Paraná, eu assisti um dos cultos. Enquanto eu não tinha compromissos, o salão estava repleto e a palavra era pregada. Ao olhar para o palco eu vi letras claras que diziam: ‘Norberto eu não te amo por tudo que você está fazendo, por seu empenho e trabalho. Eu te amo, porque simplesmente te amo’.

Jamais esquecerei essas letras, que para mim foram visíveis, mas para os demais não. Deus me dizia: ‘Norberto, eu te amo’.

No ano de 1978 aconteceu um terrível acidente com o ônibus no qual eu viajava. Ao comprar a passagem, eu solicitei o acento logo atrás do motorista. Contudo, a vendedora do bilhete de passagens disse: ‘Tome a poltrona 8, pois será para o dia 08 do 08 de 1978.

Eu aceitei comprar essa poltrona. A viagem ainda estava no início, quando houve um acidente, e as pessoas que viajaram naquela poltrona que eu queria estavam totalmente esmagadas.

Ao retornar para a minha igreja, em Campo Mourão, as pessoas me diziam: ‘Pastor, Deus lhe protegeu, pois ainda há muito para você fazer’. E eu respondia: ‘Não é porque Deus precisa de mim, mas eu preciso de Deus e eu tenho a oportunidade de servi-lo de forma ainda melhor, e entregar minha vida ainda mais ao meu Senhor e Salvador’.

E desta forma eu vivo, trabalho, luto, e: ‘Sim, eu serei um dos poucos que serão salvos’”. (Norberto Hort)

 

Mário Hort, o autor é pastor da Igreja de Deus no Brasil em Marechal Cândido Rondon

ecosdaliberdade@yahoo.com.br

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