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Editorial

O Brasil parou de patinar

A economia brasileira está dando sinais de que algo melhor está por vir nos próximos anos. O crescimento de 0,6% no terceiro trimestre de setores importantíssimos, como indústria e agropecuária, está reanimando o país, que há três ou quatro anos estava entubado, inerte, em estado vegetativo. A redução do desemprego, com a criação de quase um milhão de postos de trabalho, a recuperação do poder de compra das famílias e os investimentos no país elevaram os índices de crescimento para este ano.

A linha mais liberal do governo federal tem estimulado o setor privado a voltar a investir. Aos poucos, o Brasil vai melhorando a sua saúde econômica e gerando melhores oportunidades aos brasileiros. Basta reparar na quantidade de imóveis que começaram a ser construídos neste ano. Para esses investidores, a expectativa é muito positiva.

Casa do eletricista MINIESCAVADEIRA

E o melhor. O terceiro trimestre tende a ser um período de vacas gordas, embalado pelos gastos de fim de ano, como as férias e as festas de Natal e réveillon. Ainda, a segunda parcela do 13º salário já está pingando na conta dos trabalhadores. Tem gente que vai pagar as contas, outros vão presentear, outros vão investir, mas, de qualquer forma, esse dinheiro “extra” é mais uma oportunidade que o país tem de se livrar de vez daquele horroroso ciclo de pessimismo, descrédito e depressão econômica.

Em Marechal Cândido Rondon, os lojistas estão vivendo ansiosamente esses últimos dias antes das festas de fim de ano. As lojas já começam a ficar abertas em horário especial, a partir do próximo dia 14. Tudo para tentar atrair a atenção dos moradores da cidade e dos municípios vizinhos para o comércio local. Descontos, liquidações, prazos de pagamento a perder de vista, promoções e sorteio de prêmios são algumas das estratégias usadas para atrair o consumidor.

Está mesmo na hora de o Brasil reagir. É preciso deixar de lado as diferenças políticas entre esquerda e direita, deixar de lado as disputas pessoais e partir para a “briga”, digo, para o trabalho. Só o trabalho é capaz de fazer um país se desenvolver, não tem outro jeito. É trabalhando que se muda uma realidade, seja do seu bairro ou de uma nação inteira.

É urgente dar espaço para o empresário investir, pois a burocracia e os altos custos são obstáculos, aos poucos sendo transpostos, para um desenvolvimento ainda mais pleno e robusto. Vale lembrar que é o empresário que gera empregos e empregos geram mais renda, que geram mais poder de compra, que aumenta os números da economia, que faz a indústria contratar mais, investir mais, num ciclo virtuoso – com o perdão do trocadilho – que parece estar de volta no Brasil.

E a esperança é que 2020 seja ainda melhor. Parece que o pior da tempestade já passou. É hora de olhar para frente, varrer os cacos e construir uma nova história, em mais um período de progresso a que o trabalhador brasileiro tem direito. Ainda há muito o que fazer, mas pelo menos o Brasil parou de patinar.

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