Ecoville – Maior rede de limpeza
Arno Kunzler

O melhor ano, talvez…

Não parece, mas já se passaram três anos dos atuais prefeitos e vereadores.

Eles têm um ano, ou melhor, menos de um ano para concluir seus projetos de governo, já que no segundo semestre do ano teremos a eleição e aquele período que ninguém mais consegue fazer nada.

Casa do eletricista PRESSURIZADORES

Ou porque venceu a eleição e vai se dedicar à formação de um novo governo, em caso de reeleição, e discutir a participação do novo governo, em caso de apoio ao vencedor.

Agora, os prefeitos que perdem a reeleição ou ainda os que apoiam candidatos derrotados, esses, sim, terão pouca inspiração para iniciar algo novo.

No máximo concluir o que está começado e tentar fechar as contas que em ano eleitoral costumam não ter o mesmo comportamento de anos não eleitorais (dados estatísticos).

Logo, teremos pela frente alguns meses de intensa atividade, tanto na contratação de obras e serviços como na execução.

A contratação tem data-limite em ano eleitoral e a execução normalmente obedece cronogramas apertados pelo calendário eleitoral.

Afinal, nenhum prefeito gostaria de deixar recursos para concluir uma obra e deixar seu sucessor fazê-lo…

Pelo trabalho que os atuais prefeitos estão fazendo, especialmente na sua articulação política, buscando apoio para conquistar verbas, é provável que a nossa região viva um período jamais visto em termos de obras públicas.

A maioria dos nossos prefeitos fez boas gestões em busca de recursos, especialmente as mais recentes com a troca de representação política.

Os novos representantes dos municípios da região, que sofreu um vazio representativo, estão tentando mostrar força e competência.

Se tudo o que prometeram vai sair é o que vamos conferir até o final deste ano.

É bem verdade que os representantes escolhidos sabem que se prometerem e não cumprirem não haverá reciprocidade política depois.

O cenário é tão favorável para conquistas que talvez seja um momento único da nossa história.

Me arrisco a dizer que por muitos anos não tivemos um momento tão favorável para negociar importantes apoios políticos para a nossa região e fazer desses apoios políticos importantes aliados para obras pelas quais clamamos há muito tempo.

Dois mil e vinte promete ser um ano diferente, mas muito melhor para quase todos os municípios da região.

 

Arno Kunzler é jornalista e diretor do Jornal O Presente e da Editora Amigos da Natureza

arno@opresente.com.br

TOPO