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Pastor Mário Hort

O povo de Jericó não dobrou os joelhos, nem confessou com a língua – 3ª parte

Horrível foi o dia quando os muros de Jericó tombaram. O povo de Deus rodeou a cidade durante sete dias, e no sétimo dia sete vezes. “Gritou, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou com grande brado; e o muro caiu, e o povo subiu à cidade, cada um em frente de si, e tomou a cidade”. (Josué 6:20)

Este é um dos maiores “monumentos” da grandeza e do poder de Deus para a história humana, mas especialmente para a conquista da terra prometida do povo de Israel.

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Jericó viveu grandes momentos de joelhos dobrados em sua cidade:

“Chegaram a Jericó… e estava sentado à beira da estrada um cego mendigo, chamado Bartimeu. Quando soube que era Jesus o Nazareno começou a clamar: ‘Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!’. Perguntou-lhe Jesus: ‘Que queres que eu te faça?’. Respondeu-lhe o cego: ‘Mestre, que eu tenha vista’. Disse-lhe Jesus: ‘Vai, a tua fé te curou. No mesmo instante recebeu a vista, e foi seguindo pela estrada’”. (Marcos 10:46-52)

Quando visitamos a cidade de Jericó encontramos lá as figueiras bravas, das quais se diz que em uma dessas Zaqueu subiu para ver Jesus.

“E, correndo adiante, subiu a uma figueira brava para o ver… E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: ‘Zaqueu, desce depressa, hoje me convém pousar em tua casa’. E, apressando-se, desceu, e recebeu-o alegremente.

E Zaqueu disse: ‘Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado’.

E disse-lhe Jesus: ‘Hoje veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão’”. (Lucas 19:2-9)

Zaqueu dobrou os seus joelhos e confessou com a sua língua, de forma exemplar para os religiosos de todos os tempos, como também para a Polícia Federal e a Lava Jato, pois ele estava a serviço da Aduana do Império Romano, e deu exemplo para a Justiça de todos os tempos.

Jericó é uma das cidades mais antigas do mundo, mas não encontramos nada de especial quando a visitamos, durante a viagem por Israel. Porém, em qualquer parte do planeta temos algo infinitamente mais importante que nos conduz à adoração diante de Deus em Jesus Cristo.

Nós podemos dizer, como me disse um marinheiro no Rio de Janeiro: “Quando estávamos em alto mar, e parecia que nosso navio estava navegando sobre a bola azul do planeta, então a presença do Cristo Redentor verdadeiro estava ainda mais presente e parecia palpável.

Na cela da prisão ou no escritório da carceragem, como na catedral mais simples ou luxuosa, lá está o trono da graça de Deus. E lá temos acesso à misericórdia de Deus, da mesma forma como Zaqueu e o cego Bartimeu tiveram em Jericó”.

Jesus disse: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”. (João 4:23,24)

 

Mário Hort, o autor é pastor da Igreja de Deus no Brasil em Marechal Cândido Rondon

ecosdaliberdade@yahoo.com.br

 

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