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Paraná Produtivo - ADI-PR

Primato é novamente considerada uma das melhores empresas para se trabalhar

Primato premiada

A Primato Cooperativa Agroindustrial foi novamente considerada uma das melhores empresas para se trabalhar, segundo a pesquisa Great Place to Work (Ótimo Local para Trabalhar em português). Com o resultado, a cooperativa foi certificada pelo 2º ano consecutivo com o Selo GPTW. O Programa de Certificação GPTW é feito por meio de uma ferramenta on-line de pesquisa e diagnóstico do clima organizacional e a certificação permite a medição de forma prática a percepção dos funcionários em relação à empresa. A participação no programa garante a entrega do resultado da pesquisa para trabalhar ações internas e se os colaboradores considerarem a organização um ótimo ambiente de trabalho e a empresa atingir nota 70 (ou mais) na pesquisa terá seus esforços reconhecidos com a visibilidade de um selo digital de certificação.

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Apoio ao turismo

Com a utilização de praticamente todos os recursos disponíveis no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o ano de 2020, nos próximos meses a Fomento Paraná vai direcionar todos os esforços na oferta de crédito para o segmento de turismo, com a linha Fomento Turismo, para projetos de inovação, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), bem como nas tradicionais linhas de microcrédito. De acordo com o diretor-presidente da instituição, Heraldo Neves, boa parte dos recursos do Fungetur disponibilizados pelo Ministério do Turismo já foi colocada no mercado e o Ministério se dispõe a liberar novos recursos. “Parte desse trabalho está sendo feita com a Caravana do Crédito Turismo, que estamos levando aos municípios do Litoral e da Costa Oeste para colocar a linha Fomento Turismo à disposição dos empreendedores que estão se preparando para atender os veranistas durante a temporada”, afirma. Amanhã (02) a caravana estará em Santa Helena e na quinta-feira (03) em Marechal Cândido Rondon.

 

Contas públicas

As contas do setor público consolidado registraram superávit primário de R$ 2,953 bilhões em outubro, informou o Banco Central (BC), ontem (30). Os números englobam as contas do governo federal, Estados, municípios e empresas estatais. O superávit primário é registrado quando as receitas de impostos e contribuições do governo são maiores que as despesas. A conta não inclui, porém, os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. Apesar de positivo, foi o pior resultado para meses de outubro desde 2015 (déficit de R$ 15,530 bilhões). No mesmo período de 2019, o superávit fiscal foi de R$ 9,444 bilhões. Segundo o BC, foi o primeiro superávit fiscal desde janeiro.

 

Produção de celulose

A produção de celulose no Brasil somou 5,37 milhões de toneladas no terceiro trimestre, alta de 7,5% em relação ao mesmo período de 2019, conforme dados divulgados pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), ontem (30). As exportações da commodity no período de julho a setembro cresceram 11,7% na comparação anual, indo a 3,74 milhões de toneladas. O consumo aparente recuou 1,7% contra mesma etapa de 2019, para 1,67 milhão de toneladas. A produção de papel no país foi de 2,57 milhões de toneladas no terceiro trimestre, 2,9% abaixo do registrado em 2019. As exportações caíram 12,8%, para 497 mil toneladas.

 

Cevada paranaense

A colheita da cevada terminou no Paraná e, apesar da estiagem, o volume e a qualidade da produção são considerados excelentes. Esse é um dos assuntos do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, produzido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 22 a 27 de novembro. O Paraná é o maior produtor nacional de cevada. Na atual safra, os produtores paranaenses semearam 63.058 hectares e colheram 261.912 toneladas. Os grãos tiveram germinação acima de 95%, classe 1, que é o melhor padrão para a cevada. Junto com a excelência de qualidade, os preços alcançaram os melhores patamares dos últimos anos. A saca é comercializada por R$ 82, valor 37% acima da média de 2019. Cerca de 82% da produção já está vendida.

 

Produção de carnes

No segundo Food Outlook do exercício a FAO estima que a produção mundial de carnes de 2020 girará em torno dos 337,3 milhões de toneladas, recuando apenas meio por cento em relação a 2019. A nova previsão é menos pessimista que a de junho, ocasião em que os desdobramentos da pandemia de Covid-19 levaram a FAO a projetar uma redução próxima de 2%. Este será o menor volume alcançado no triênio 2018/2020. A maior redução continua recaindo sobre a carne suína, mas em índice bem menor que em 2019. No ano passado a queda foi estimada em quase 10%. Em 2020 projeta-se que recuará pouco mais de 4%. É previsto ligeiro recuo – de pouco mais de 1% – na produção de carne bovina a quedas na Índia, Austrália e Brasil, o que resultou em suprimentos apertados e valorização do produto.

 

Qualidade da soja

A região de Maringá realiza o 16º Concurso Regional de Qualidade na Colheita da Soja. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná) criou a competição para melhorar o desempenho durante a colheita do produto. O concurso premia os operadores de máquinas que forem mais eficientes no trabalho. A premiação desta edição será de forma virtual e transmitida pelo canal do IDR-Paraná no YouTube na quinta-feira (03), às 19 horas. O concurso tem como objetivo demonstrar que é possível reduzir os desperdícios na colheita e aumentar os lucros com a soja. O Paraná cultiva em torno 5,4 milhões de hectares de soja. Se todos os operadores tivessem o mesmo desempenho dos participantes do concurso, seriam 3.888.000 sacas não desperdiçadas e uma economia para o Estado em torno de R$ 388,8 milhões.

 

Agropecuária nos portos

A participação dos produtos agropecuários na movimentação de cargas nos portos brasileiros passou de 16% em 2019 para 21% em 2020. Até o mês passado, a circulação de produtos agropecuários chegou a 175 milhões de toneladas. Os dados se referem aos primeiros dez meses dos dois anos. Nesse período, a movimentação total de cargas nos portos brasileiros foi de 850 milhões de toneladas. Essa quantidade é 3,7% maior do que a registrada no mesmo período do ano passado. As informações formam as análises compiladas no Boletim Logístico, divulgado esta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estudo foi feito com base em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) até o terceiro trimestre de 2020.

 

Soja em Paranaguá

Um navio com 30,5 mil toneladas de soja dos Estados Unidos chegou na última sexta-feira (27) à área do Porto de Paranaguá, de acordo com sistemas de monitoramento de embarcações, marcando a iminente entrega de uma rara compra feita na América do Norte em meio à oferta reduzida. Neste ano, o Brasil vendeu grandes volumes de soja para a China, maior importadora global da oleaginosa, o que fez com que sobrasse pouco para o consumo doméstico. A situação resultou em um valor recorde em reais da matéria-prima para a ração, ajudando a impulsionar a inflação dos alimentos no país. Embora seja uma quantidade pequena para os padrões comerciais globais, as 30,5 mil toneladas são o maior volume de soja dos Estados Unidos comprado pelo Brasil desde 1997.

 

Problemas na Alemanha

A ministra da Agricultura da Alemanha, Julia Kloeckner, pediu, na última sexta-feira (27), que os frigoríficos trabalhem nos finais de semana e feriados para lidar com o acúmulo de animais nas fazendas durante a crise do Covid-19. As estimativas da indústria são de que 590 mil animais, especialmente suínos, estão esperando para serem abatidos na Alemanha, disse. “A situação foi agravada por causa das restrições relacionadas ao corona sobre a capacidade de abate em toda a União Europeia”, comentou em uma reunião on-line de associações de agricultores. A Alemanha endureceu os regulamentos trabalhistas e de saúde em matadouros e frigoríficos após os surtos de Covid-19. As associações de produtores reclamam da redução da capacidade de abate e, principalmente, que os suínos precisam ser mantidos por mais tempo nas fazendas, embora já estejam prontos para a venda.

 

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br.

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