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Ministra da Agricultura garante que não há risco de desabastecimento de alimentos

Ministra da Agricultura, Tereza Cristina: "Temos que fazer com que a colheita saia da propriedade. Porque, se não colhermos agora, só no ano que vem" (Foto: Reprodução)

De acordo com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o Brasil não corre risco de desabastecimento de alimentos. Inclusive, ela revelou, em conversas com o setor produtivo, que sua pasta prepara um plano para assegurar o abastecimento, desde a fazenda ao supermercado.

Em vídeo publicado em seu perfil no Twitter, a ministra tratou de passar uma mensagem tranquilizadora aos brasileiros. “Vivemos hoje um momento difícil no nosso país, com a entrada do coronavírus, mas eu quero dar aqui uma garantia a vocês: que o Brasil, além de grande produtor que é, de grãos e de proteínas, vivemos hoje a maior safra da história desse país. Portanto temos produtos, mas precisamos processá-los nesse momento difícil por que passamos”.

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Para garantir que não haverá problemas, o governo federal já determinou que serviços essenciais não poderão parar durante o período de isolamento por conta do coronavírus. E a produção e o transporte de alimentos estão nessa lista de serviços essenciais.

“Temos que fazer com que a colheita saia da propriedade. Porque, se não colhermos agora, só no ano que vem”, disse ela.

Ainda segundo a ministra, os supermercados têm estoques de 60 dias e, no momento, 60% da colheita da safra já foi colhida, em média, nos Estados.

“Temos conversado com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e a informação que temos é que eles têm estoques e estão formando estoques com o horizonte de 60 dias. Mas a população, neste primeiro momento, está muito assustada, principalmente nos grandes centros, e faz compras além do que precisava. O que a gente pede é que as pessoas tenham certa parcimônia para ter um consumo consciente e racional. Não comprar a mais do que se compra, porque você pode estar estocando, mas vai faltar para alguém. E não tem perigo de desabastecimento”, frisou.

(Bem Paraná)

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