Robert Kubica segue sofrendo com o desempenho ruim do carro da Williams na temporada de 2019 da Fórmula 1. No segundo treino livre para o Grande Prêmio de Mônaco, disputado na quinta-feira (23), o polonês teve um déficit de quatro segundos para o líder Lewis Hamilton, enquanto a diferença para o companheiro de equipe George Russell, o penúltimo, foi de um décimo. De volta ao palco onde foi duas vezes ao pódio, Kubica diz que o circuito de Monte Carlo evidencia ainda mais as deficiências do FW42.
“Com a falta de aderência que temos, e lutando com a pressão aerodinâmica geral, Mônaco não é o lugar mais fácil de dirigir. Infelizmente a sensação não é boa, o que foi previsto. Você espera por uma boa surpresa, mas não há milagres. Quando você não tem aderência geral, em Mônaco isso se destaca ainda mais, e fica ainda mais difícil acelerar o carro e ter confiança suficiente para ser capaz de tirar algo disso”, comentou o polonês.
Se a situação atual da Williams não agrada Kubica, o companheiro Russell também não tem muito o que comemorar. À frente apenas do polonês na segunda sessão, o inglês de 21 anos afirmou que o final de semana em Mônaco não pode ser levado muito em conta, considerando a especificidade do circuito de rua de Monte Carlo.
“Mônaco é um circuito muito específico e se dermos um passo atrás neste final de semana, não ficaremos muito decepcionados, porque não é muito relevante para o resto do ano. Estamos passando por um pequeno desafio no momento. O ritmo em Barcelona (há duas semanas) foi muito melhor em um circuito representativo, então não vamos tirar muito disso (dos treinos no Principado)”, disse o inglês. A prova será disputada às 10h10 de domingo (26).
Com Globo Esporte