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Além de Vini Jr: veja o Top 5 dos melhores da Seleção na fase de grupos

Confira a avaliação de jogadores do Brasil na primeira etapa do Mundial 2026


calendar_month 26 de junho de 2026
3 min de leitura

O fim da fase de grupos da Copa do Mundo revelou novos personagens para a equipe comandada por Carlo Ancelotti. A Seleção finalizou a parte inicial do Mundial na liderança do Grupo C, superando Marrocos, Escócia e Haiti – foram sete pontos conquistados, com duas vitórias e um empate.

Não há como fugir do protagonismo de Vini Jr – quatro gols e uma assistência. O atacante do Real Madrid é um dos jogadores que carregam holofotes em toda a Copa do Mundo, mas também há jogadores “silenciosos” que se destacaram.

Abaixo, o ge mostra os cinco melhores jogadores do Brasil na fase de grupos. A lista é feita com base na média das notas das atuações de cada atleta nas partidas da Seleção.

1. Vini Jr

Mostrou, sim, que pode ser o jogador do Real Madrid vestindo as cores da seleção brasileira. Um dos melhores jogadores da fase de grupos da Copa do Mundo: quatro gols e uma assistência nos três primeiros jogos, além de atuações de destaque sempre chamando a responsabilidade.

O camisa 7 participou diretamente de todas as bolas na rede do Brasil na competição até agora. É, com certa folga, o destaque da equipe de Ancelotti.

Notas do ge para o jogador: 7,5 contra Marrocos; 8,0 contra Haiti; 8,5 contra Escócia. Média de 8,0.

2. Bruno Guimarães

Assim como Vini Jr, também passava por certa desconfiança porque jogava bem no Newcastle, da Inglaterra, e não demonstrava o mesmo quando vestia a camisa da Seleção. Deixou tudo isso para trás.

Com três assistências, Bruno é, ao lado de Olise, da França, o maior garçom da Copa do Mundo. Mais que os passes decisivos, o volante assumiu a responsabilidade de fazer o meio-campo girar e tem bom papel defensivo na marcação, se antecipando bem às tentativas de passe dos adversários.

Notas do ge para o jogador: 7,0 contra Marrocos; 8,0 contra Haiti; 8,0 contra Escócia. Média de 7,6.

3. Matheus Cunha

Reserva na estreia contra Marrocos, foi parte fundamental para a melhora da equipe a partir da 2ª rodada. Deixou o time mais leve por ter característica de ser um atacante de maior mobilidade, permitindo que os outros jogadores do sistema ofensivo tenham mais liberdade para chegar à área.

Além disso, fez o que um camisa 9 da Seleção tem que fazer: gols. Foram três em três jogos.

Notas do ge para o jogador: 6,5 contra Marrocos; 8,5 contra Haiti; 7,5 contra Escócia. Média de 7,5.

4. Douglas Santos

Regularidade e silêncio. Passar despercebido nos jogos talvez seja a qualidade do lateral-esquerdo. Pode não dar espetáculo, mas não comprometeu: o Brasil não sofreu com ataques em seu setor em nenhum dos jogos.

Homem de confiança da comissão técnica, justifica a aposta de Carlo Ancelotti em convocá-lo do Zenit, da Rússia, no ano passado.

Notas do ge para o jogador: 6,0 contra Marrocos; 7,0 contra Haiti; 6,0 contra Escócia. Média de 6,3.

5. Alisson

Foi mal na estreia contra Marrocos – poderia ter saído melhor da meta no lance do gol de Saibari -, mas se redimiu na sequência da fase de grupos.

Contra o Haiti, fez boas intervenções no segundo tempo, em momento de pressão da seleção caribenha. Diante da Escócia, foi muito bem quando exigido em cabeçada de McTominay no segundo tempo, praticamente à queima-roupa.

Notas do ge para o jogador: 5 contra Marrocos; 6,5 contra Haiti; 7,0 contra Escócia. Média de 6,1.

Com ge

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