Além dos resultados que levaram o Flamengo à vice-liderança do Brasileirão, o desempenho nas últimas partidas evidenciam a evolução do time em certos aspectos sob o comando de Rogério Ceni. Entre eles, a bola parada ofensiva – na qual quatro dos últimos cinco gols do Rubro-Negro tiveram origem. Na reta final do campeonato, pênaltis, faltas e escanteios – recursos trabalhados pelo grupo no Ninho – está garantindo pontos e é uma arma na busca pelo Octacampeonato.
“É uma jogada bem trabalhada. É algo que o Rogério (Ceni) vem fazendo muito conosco por termos bons cabeceadores, que atacam muito bem a bola. Bela batida do Arrascaeta e uma entrada forte do Arão”, afirmou Rodrigo Caio, à Fla TV, referindo-se ao primeiro gol na vitória sobre o Corinthians, no último dia 14.
Na rodada anterior, no empate em 1 a 1 com o Bragantino, o gol foi de Gabriel Barbosa, em pênalti sofrido por Gustavo Henrique, que foi puxado em escanteio de Arrascaeta na direção do zagueiro.
Já no clássico com o Vasco, o segundo gol aconteceu de maneira similar: Bruno Henrique cabeceou para a rede após escanteio de Everton Ribeiro. Gabigol, mais uma vez de pênalti, já havia inaugurado o placar do triunfo por 2 a 0.
Anteriormente, na derrota por 2 a 1 para o Athletico e na vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras, o time de Rogério Ceni também havia marcado gols após cobranças de falta de Arrascaeta e escanteio de Vitinho, respectivamente.
A presença de Gabigol resolveu os problemas nas cobranças de pênaltis, e o Flamengo conta com Bruno Henrique, Willian Arão e Gustavo Henrique, entre outros, para seguir aproveitando os escanteios e faltas próximas à área rival.
No domingo (21), às 16 horas, o Flamengo recebe o Internacional em confronto decisivo do Brasileirão.
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