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Chances de título: França favorita, Inglaterra passa de 10%, e Noruega entra no top-5

Argentina e Espanha continuam no pódio dos principais candidatos, mas precisam confirmar vagas


calendar_month 6 de julho de 2026
3 min de leitura

Fim de linha para a seleção brasileira que foi eliminada para a Noruega e não terá a oportunidade de buscar o hexa na Copa do Mundo 2026. Bom para os nossos algozes escandinavos, que, com a classificação histórica para as quartas de final, saíram de 2,8% de chances de título para 6,1%. Com isso, Haaland e seus companheiros passam a ser a quinta força do torneio.

A Inglaterra, outra classificada deste domingo, tirou o México, atuando no estádio Azteca, e segue como quarta favorita, mas subiu bem o seu percentual. Após os jogos de sábado, o English Team tinha 6,1% e após o 3 a 2 contra os mexicanos subiram para 10,6%. Noruegueses e ingleses vão decidir uma das vagas para a semifinal do Mundial.

Nos principais favoritos, pouca coisa mudou. A França segue como a seleção com mais possibilidades de levantar a taça com 26,9% e já está nas quartas. Argentina e Espanha ainda precisam garantir seus lugares na próxima fase, mas seguem com chances consideráveis de título. Nossos hermanos estão com 16,1% e a Fúria tem 15,4%.

Veja as chances atualizadas de ser campeão da Copa do Mundo de 2026:

  • França: 26,9%
  • Argentina: 16,1%
  • Espanha: 15,4%
  • Inglaterra: 10,6%
  • Noruega: 6,1%
  • Marrocos: 5,2%
  • Portugal: 4,6%
  • Bélgica: 4,5%
  • Suíça: 4,4%
  • Colômbia: 3,1%
  • Estados Unidos: 1,9%
  • Egito: 1,2%

Metodologia

Em parceria com o economista Bruno Imaizumi, a equipe Gato Mestre analisa as campanhas realizadas por cada uma das 48 seleções classificadas ao longo das Eliminatórias e ao longo da Copa do Mundo. Probabilidades mudam a cada rodada ou fase de acordo com o desempenho das equipes em campo.

– Essa é a fotografia estatística do momento, antes de o primeiro jogo ser disputado. Resume a chance estimada de alcançar cada fase do torneio com base nos parâmetros atuais do modelo. Não se trata de uma certeza e nem de um palpite fixo, apenas uma probabilidade que muda conforme os resultados vão sendo conhecidos – explicou o economista Bruno Imaizumi.

A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.

– Entre os dados mais importantes estão, em ordem do mais relevante para o menos relevante, o xG (expectativa de gol das finalizações, com o uso de dados posicionais), o Ranking da Fifa, uma proxy de qualidade do elenco baseada no valor de mercado de cada atleta a partir dos dados disponibilizados pelo site Transfermarkt, especialista em mercado de transferência, e o histórico de participações em Copas do Mundo. Todos esses fatores ajudam a capturar tanto a força recente quanto a experiência competitiva de cada equipe – diz Imaizumi.

Com ge/Gato Mestre

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