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Esportes Fórmula 1

Chefe da RBR mostra decepção por cancelamento na Austrália após longo debate

(Foto: Mark Thompson/Getty Images)

O cancelamento do Grande Prêmio (GP) da Austrália de Fórmula 1 deixou um sabor de frustração para Christian Horner, chefe da RBR. Mas essa decisão por pouco não foi diferente. Em entrevista, ele disse que autoridades de saúde da Austrália e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) deram o aval, mas as equipes decidiram não levar a corrida à frente. A corrida seria disputada na madrugada deste domingo (15), no horário de Brasília.

“Obviamente, discutimos os diferentes cenários. Havia uma discussão sobre isolar o paddock e tomar as devidas precauções. As autoridades de saúde e a FIA deram o ok para continuar, caso a maioria das equipes achasse ok. Mas infelizmente, isso não aconteceu”, disse.

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O contexto já era complicado: a McLaren havia desistido do GP após um dos funcionários testar positivo para o coronavírus. Porém, ficou ainda mais tenso após a votação entre as equipes, que teve resultado dividido.

A RBR foi uma das equipes que votaram a favor da realização da prova, junto com a Mercedes – que posteriormente mudaria de opinião, em fator decisivo para que fosse cancelada a corrida em Melbourne. Pouco antes do anúncio oficial, Horner se reuniu com os funcionários nos boxes para discutir a situação.

Apesar do cenário, Christian Horner crê que não correr é frustrante, embora saiba que a saúde de todos os envolvidos está em primeiro plano: “É decepcionante não estar correndo, mas temos que considerar a saúde de nossos funcionários e pessoal. No fim das contas, a FIA e os promotores decidiram cancelar o evento. É frustrante”, complementou.

 

Com Globo Esporte

 

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