Emma Raducanu e Elena Rybakina formaram uma das duplas mais inesperadas e emocionantes da temporada durante o WTA 500 de Washington. Apesar de serem mais conhecidas por suas campanhas individuais, as duas decidiram unir forças para competir juntas nas duplas — uma decisão que surgiu de maneira espontânea e revelou o espírito competitivo e colaborativo que ambas carregam.
Raducanu, de 22 anos, compartilhou que foi ela quem tomou a iniciativa de convidar Rybakina, de 26, para jogar ao seu lado. Segundo a britânica, a ideia nasceu durante um momento descontraído nos treinos em Washington, mas não era a primeira vez que as duas pensavam em se juntar.
“Em 2022, em Cincinnati, eu e Elena íamos jogar duplas, mas acabou não dando certo. Então, agora em DC, pensei que seria uma boa oportunidade para disputar mais alguns jogos, ainda mais com o calor e as condições climáticas. Achei que ajudaria a me preparar melhor para os jogos de simples,” explicou Raducanu.
Ela acrescentou que o convite foi feito de forma casual, sem muita expectativa. “Ela estava saindo da quadra de treino, e eu estava entrando. Pensei, ‘vou tentar’. Perguntei se ela queria jogar duplas e ela respondeu: ‘Claro’. Foi assim que aconteceu.”
A estreia da parceria não poderia ter sido mais promissora. No primeiro jogo, Raducanu e Rybakina superaram as cabeças de chave número 4, Tereza Mihalikova e Olivia Nicholls, com uma atuação segura e entrosada. Em seguida, venceram Giuliana Olmos e Aldila Sutjiadi, avançando para a semifinal da competição.
No entanto, a campanha teve um fim prematuro. Ambas já haviam vencido suas partidas de simples no mesmo dia e, devido às altas temperaturas e ao desgaste físico, optaram por se retirar da semifinal de duplas. Raducanu afirmou que a combinação de calor intenso e fadiga comprometeu o desempenho da dupla, levando à decisão de priorizar a saúde.
A curta, porém expressiva, trajetória da parceria deixou uma impressão positiva. A química entre as duas jogadoras foi evidente, tanto na comunicação em quadra quanto na execução tática. A experiência também ressaltou a importância estratégica das duplas como forma de ganhar ritmo e adaptação — um detalhe muitas vezes valorizado por quem acompanha de perto o circuito profissional e busca oportunidades em apostas em tenis.
Além do impacto técnico, essa união inesperada mostra como o tênis moderno permite flexibilidade e criatividade mesmo entre atletas que normalmente focam em campanhas individuais. A iniciativa de Raducanu também revela uma maturidade crescente da britânica, campeã do US Open de 2021, que continua buscando maneiras de evoluir e se manter competitiva.
Para quem acompanha o tênis profissional, momentos como esse enriquecem o cenário esportivo e mostram a versatilidade das atletas de elite. Além disso, parcerias improváveis como a de Raducanu e Rybakina servem como ótimos indicadores para análises e previsões em plataformas especializadas.
Conforme destaca a BBC Sport, Raducanu vem trabalhando para retomar o protagonismo no circuito, e experiências como a de Washington mostram que ela está disposta a explorar novas abordagens para aprimorar seu jogo.
Com o sucesso da estreia e a receptividade do público, não seria surpreendente ver as duas tenistas unindo forças novamente em torneios futuros. Seja como rivais ou companheiras de equipe, Emma Raducanu e Elena Rybakina seguem como figuras centrais em uma nova geração de estrelas do tênis feminino.
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