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“Amigos do Handebol de Marechal Rondon” promovem encontro e propõe museu do esporte e criação de associação

calendar_month 29 de julho de 2025
3 min de leitura

O Encontro do Handebol denominado professor Paulo Peres Peres reuniu ex-atletas, professores e apaixonados do esporte, visando homenagear o precursor professor Paulo, ícone do handebol que formou gerações com disciplina, amizade e paixão pelas quadras. A esposa Regina e a filha Gitana receberam a homenagem prestada pelo Grupo “Amigos do Handebol de Marechal Cândido Rondon”.

Também ocorreu uma homenagem especial ao professor João Marin Mechia, de Maringá, considerado o Pai do Handebol Paranaense.

Houve jogo, reencontro e muita emoção envolvendo muitos personagens que viveram e construíram o auge do handebol no município nos anos 70, 80 e 90. O encontro atraiu mais de 75 ex-atletas, dirigentes e convidados de cidades como Maringá, Toledo, Mercedes e Foz do Iguaçu.

Museu do Esporte

Momento marcante foi a entrega, às mãos do presidente da Câmara, Valdirzinho Sachser, e do secretário de Esportes, Claudinei Mainardes, da proposição para a criação do Museu do Esporte e de uma Galeria de Personalidades Esportivas. O documento, assinado por ícones como Aneli Dickel, Adolfo Deuner, Carmem Brandl, Cleunice Alves, Ivete Schornack, Jorge Henn, Lair José Bersch, Vili Tierling, defende a valorização da memória esportiva rondonense com um espaço físico digno — longe das caixas empoeiradas dos almoxarifados.

A história esportiva de Marechal Rondon é rica e acumula conquistas e nomes marcantes como Paulo Peres Peres, Elói Dreher e Harraldo Altmann, entre muitos outros, apenas como exemplo. Evidencia-se a necessidade de um espaço digno para preservar as memórias e conquistas ao longo dos tempos. A cidade tem projetos em discussão e conta com a força da Unioeste, que já formou mais de 1.300 profissionais de Educação Física, um cenário que reforça a urgência de estruturar o legado esportivo com um museu e uma galeria de personalidades.

Enfim, ficou claro que o handebol quer mais que memória: quer estrutura, espaço e política pública de verdade. Não dá mais pra depender só da boa vontade dos amigos, por mais apaixonados que sejam. Como disse um dos organizadores no encerramento,
“História bonita a gente não guarda só no coração. Precisa guardar num lugar digno e de respeito”.

A Associação para legitimar

Os organizadores também aproveitaram o momento para falar de um projeto, proposta e futuro. Um dos articuladores da organização, o professor Lair José Bersch, lembrou durante a cerimônia que está em curso a criação da Associação Rondonense de Handebol, com o objetivo de dar estrutura e personalidade jurídica à modalidade no município.

“Hoje tudo fica na informalidade de um grupo de amigos. Precisamos dar um passo adiante”, disse, com a convicção de quem sempre esteve na linha de frente do esporte local.

Com assessoria

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