O acordo entre o Autódromo de Interlagos e F1 se encerra em 2020 e, ao que tudo indica, haverá uma corrida para decidir qual será o próximo local a receber a maior categoria do automobilismo mundial.
Após rumores de que o Rio de Janeiro seria esse local e o ex-prefeito de São Paulo e atual governador do Estado, João Doria, dizer que a F1 deverá ficar em Interlagos, um novo capítulo foi escrito nos últimos dias.
Segundo o jornal O Globo, o presidente da República, Jair Bolsonaro, teria recebido uma carta do CEO da F1, Chase Carey, pedindo a “colaboração para que as provas do campeonato sejam mantidas no Brasil, em São Paulo, ou em outra cidade como, por exemplo, o Rio”.
Já com os representantes cariocas, a carta foi mais incisiva para que a corrida vá para a “Cidade Maravilhosa”. O prefeito Marcelo Crivella e o governador Wilson Witzel receberam cartas de Sean Bratches, diretor comercial da F1, reafirmando as intenções de trabalhar, “em um futuro muito próximo, com a cidade do Rio de Janeiro, com as agências locais e com o consórcio Rio Motorsports”. O referido consórcio é o único até agora interessado em participar da PPP que poderá fazer com que o Autódromo em Deodoro saia do papel.
Nesta sexta-feira, o próprio Witzel confirmou o recebimento da carta em suas redes sociais.
A reportagem ainda cita que a Tilke, empresa alemã responsável por seis circuitos do atual calendário da F1 e a Dorna, organizadora da MotoGP, também enviaram cartas com intenções de trabalharem juntos com o governante da cidade para a realização de provas no Rio.
Com Motorsport.com