O Gre-Nal 452, marcado para as 20h30 deste sábado (10) no Beira-Rio, teria um peso maior sobre o Inter não fosse o histórico recente: o time de Paulo Pezzolano soma apenas quatro pontos em cinco jogos como mandante no Campeonato Brasileiro, com uma vitória, um empate e três derrotas. A pressão por uma recuperação dentro de casa transforma o clássico em teste decisivo para o técnico uruguaio.
Do lado gremista, a esperança se chama Amuzu. O atacante belga, liberado após cumprir suspensão, volta naturalmente ao time titular e tenta quebrar um jejum de mais de dois meses e meio sem vitórias fora de casa. Ele se caracteriza por marcar em clássicos: foram dois gols nos três Gre-Nais do Gauchão.
Dúvidas nos dois lados
Pezzolano mantém mistério. Nem o capitão Alan Patrick tem presença garantida entre os titulares – o treinador pode priorizar velocidade no lugar da articulação. A única ausência confirmada é a do zagueiro Victor Gabriel, suspenso. Félix Torres retorna para a zaga. O último treino no Beira-Rio foi fechado, e nem os jogadores souberam a escalação.
No Grêmio, Luís Castro tem duas indefinições. No meio, Monsalve (opção mais defensiva) e Nardoni disputam uma vaga ao lado de Arthur e Noriega. No ataque, três jogadores correm por uma única posição: Tetê (em baixa), José Enamorado (favorito, por ter marcado na final do Gauchão) e Gabriel Mec (que permitiria mudar para 4-4-2). A provável escalação gremista tem Weverton; Pavon, Gustavo Martins, Viery, Pedro Gabriel; Noriega, Arthur, Monsalve (ou Nardoni); Enamorado (ou Tetê ou Gabriel Mec), Amuzu e Carlos Vinícius.
Equilíbrio como palavra de ordem
Enquanto o Inter busca equilíbrio entre defesa consistente e protagonismo ofensivo, o Grêmio aposta na volta do camisa 9 para devolver tranquilidade ao ambiente. O clássico, válido pelo Brasileirão, promete ser decidido nos detalhes – e nos mistérios que cada técnico guarda até o apito inicial.
Com Catve.com
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