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Novo goleiro do Cascavel, rondonense Obina afirma: “Espero alcançar coisas grandes dentro do clube”

Apresentação do jogador e da equipe do Cascavel visando à preparação para a temporada 2023 está marcada para o próximo dia 18


calendar_month 2 de janeiro de 2023
5 min de leitura

O rondonense Matheus Henrique da Cruz, o Obina, está de casa nova. Após duas temporadas defendendo as cores da equipe de sua cidade natal, o Marechal Futsal, o goleiro de 24 anos recebeu um convite que parece ser irrecusável no atual cenário do futsal brasileiro: do Cascavel, atual campeão da Copa Libertadores e prestes a disputar o Mundial nesta temporada com data e local a serem definidos, além da Liga Nacional, Série Ouro, Copa do Brasil e da própria competição sulamericana.

Após iniciar sua trajetória nas categorias de base da Copagril com o técnico Gauchinho, chegando a ter momentos importantes na equipe principal em 2016, sob comando de Paulinho Sananduva, Obina se transferiu em 2017 para o Corinthians, onde ficou por quatro temporadas e atuou ao lado de nomes históricos na posição de goleiro, como Guitta e Thiago.

Em 2021, aceitou o convite para “voltar para casa” e ser peça fundamental na equipe do Marechal, que recolocou a cidade na Liga Nacional nas duas últimas temporadas, sob comando de Roberto Nunes.

Com a transferência da equipe para Toledo nesta temporada, Obina explica que chegou a ser procurado pelo gestor Cristiano Bortolon para seguir no projeto, mas preferiu aceitar o convite do maior time do Estado.

“Chegamos a conversar para uma renovação, mas juntamente com meu empresário decidi aceitar esse novo desafio e almejar coisas grandes. Não que o projeto em Toledo não me proporcionaria isso, mas acredito que o Cascavel, no momento que está e as competições que vai disputar, para mim seria o melhor. Acredito que esse desafio vai me fazer bem, será um ano desafiador mas que promete muita coisa boa. Agora é encarar esse desafio de ‘peito aberto’”, destaca Obina, fazendo questão de exaltar o apoio de quem sempre torceu pelo seu sucesso.

“Falei para o Cris (Bortolon) e o Roberto (Nunes) que foi um prazer vestir a camisa do Marechal, assim como foi quando vesti a da Copagril. Voltar nesses dois últimos anos foi uma alegria, estar perto da minha família e amigos, e agradeço imensamente a confiança deles e o carinho que todos, especialmente a imprensa, demonstraram por mim. É gratificante saber que a cidade gosta de mim e que seja um até logo, que no futuro possa voltar a ter um projeto com time profissional em Marechal, e se Deus quiser eu possa voltar para minha cidade”, expõe.

Empolgado com a chance de vestir a camisa do heptacampeão paranaense, Obina garante ser este um momento especial em sua carreira, e confessa ter sido pego de surpresa com o convite. “É claro que sempre trabalhamos para conseguir algo melhor. Se não for o convite para um time de maior expressão, pelo menos uma renovação em termos de salário. Esse convite, ao mesmo tempo que foi uma surpresa, foi muito gratificante. De certa forma é um reconhecimento do trabalho que fiz nesses dois últimos anos no Marechal. É verdade que não foram muitos títulos, mas sabíamos das nossas limitações, e dentro disso sempre procurei trabalhar e conseguir buscar algo melhor, se não dentro do Marechal, que agora irá para Toledo, algo fora, que acabou sendo o Cascavel, um time que já enfrentei muitas vezes desde o tempo que joguei na Copagril, com toda a rivalidade que tinha. Para mim é um convite muito especial e espero alcançar coisas grandes dentro do clube”, afirma.

Segundo ele, a oportunidade surgiu através de um velho conhecido, Eduardo Santana, que por muito anos trabalhou na Copagril e atualmente é o supervisor do Cascavel Futsal. “Conheço o Eduardo há muito tempo, trabalhamos juntos na Copagril e temos essa confiança até mesmo fora de quadra, pois estudei e joguei como filho dele. Tivemos esse primeiro contato, ele sondou e pediu se eu gostaria de fazer parte do projeto do Cascavel. Na hora falei que sim, com certeza. Logo após fechamos o contrato e ele me passou a confiança dos outros dirigentes e do Cassiano Klein, que seria o treinador”, comenta. (Após o acerto entre Obina e Cascavel, o técnico Cassiano Klein anunciou sua ida para o Joinville. Lucas Chioro será o novo treinador da Serpente).

Em sua nova equipe, Obina terá uma forte concorrência pela vaga de titular. Além dele, estão confirmados para a posição os remanescentes Di Fanti e Fernando, além do também recém-contratado Mateus, ex-São José (SP).

Porém, com pelo menos cinco competições importantes e calendário repleto de jogos, Obina sabe que terá oportunidades e espera estar pronto para quando for chamado. “Times grandes e de camisa como o Cascavel estão sempre buscando títulos e sabemos que sempre terá a concorrência entre bons atletas. Chego para buscar meu espaço, mas com paciência, pois sei como funciona no esporte, e com certeza trabalho e dedicação não vão faltar para que as coisas aconteçam no plano de Deus e que seja uma temporada excelente junto com o grupo. Todos são importantes e terão oportunidade, e vou trabalhar para que quando tiver essa chance possa aproveitá-la da melhor maneira possível”, finaliza.

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