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Sonho realizado e medalha no pescoço: rondonense conta detalhes até a conquista da prata no Brasileiro de Jiu-Jitsu

calendar_month 12 de maio de 2023
2 min de leitura

Conquistar uma medalha no campeonato mais importante do país é o sonho de todo o atleta. Que o diga a rondonense Karolline Vitória Corrêa Vilaça: sonho realizado e medalha no pescoço. Ela faturou, no começo de maio, medalha de prata em sua categoria no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu.

Ao O Presente, Karolline contou como foi a experiência. “Na hora eu não me imaginava lutando em um campeonato tão grande. Fiquei nervosa. Quando chegou o dia da minha luta eu só pensava ‘meu Deus, já vou lutar’. Coloquei o quimono, fui para a área de aquecimento e tentei ficar mais relaxada. Sentei, respirei e observei as outras lutas. Quando chegaram as lutas da minha categoria, voltei a ficar nervosa. Seriam duas lutas de duplas e quem vencesse lutaria a final. Eu fiquei pensando que não conseguiria fazer as duas lutas. Por fim deu tudo certo”, detalha.

A atleta diz que está muito feliz, ainda mais diante dos imprevistos que aconteceram até a conquista da medalha. “Quase perdi a inscrição porque coloquei o peso errado e já tinha fechado, mas Deus me ajudou, fez eu conseguir. No dia da luta, antes de lutar você coloca o quimono e a rash guard; eu levei um que era tipo macacão e tinha um zíper atrás e quando o fiscal conferia se não tinha pulseira, brinco, coisas que podiam machucar durante a luta, ele falou que não podia ser aquela rash guard por causa do zíper. Fiquei nervosa de novo e falei ‘pronto, só me faltava essa’. Ainda bem que uma menina tinha uma rash guard sem zíper e me emprestou. Quando eu voltei lá ele mediu e já tava me olhando com uma cara meio assim, porque eu comprei o quimono e ele tinha ficado um pouco grande, e não pode ficar grande, nem pequeno, mas mesmo assim eu consegui passar”, relembra.

Integrante da Associação Projeto Vida e Esperança (Aprove) Jiu-Jitsu, de Marechal Cândido Rondon, Karolline Vitória conta que entrou no jiu-jitsu por acaso, mas acabou gostando.

“No começo eu entrei porque eu queria sair viajando por aí. Via meus primos indo para outros lugares e eu queria ir junto, mas acabei gostando realmente da modalidade”, enaltece.

Karolline sonha ser reconhecida no esporte. “Quero treinar cada vez mais, ser reconhecida e ir para mais campeonatos desse porte”, ressalta.

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