A Covid dezenove
A Covid dezenove
Agora é Covid vinte
Pois no mundo se desenvolve
Com muita força e requinte
E se tudo não se resolver
Irá para o ano seguinte
Receber essas notícias
Não é o que a gente queria
Mas não há outra premissa
Sobre esta pandemia
Ficamos com nossas delícias
Esperando passar os dias
Sobre uma coisa importante
Agora eu quero falar
O isolamento constante
Em que estamos em nosso lar
Penso até neste instante
Que é prisão domiciliar
Escutamos toda hora
A perda de muitas vidas
E nos preocupamos agora
Com nossas pessoas queridas
Que a Covid vá embora
E libere as nossas lidas
As mortes em nossa terra
Já estão chegando a cem mil
É mais do que muita guerra
E revolução civil
Este é o clima que impera
Em nosso querido Brasil
É muito grande a luta
Para resolver a questão
E tudo o que a gente escuta
Nos causa grande emoção
Por isso nossa conduta
Requer modificação
Cada pessoa de nossa gente
Tem que ter muito cuidado
Devemos ter sempre em mente
Não fazermos nada errado
A preocupação permanente
É não perder um ser amado
O povo segue cobrando
De suas autoridades
Mas muitos não estão cuidando
De suas responsabilidades
E estão se aglomerando
Em pequenas e grandes cidades
A força do ser humano
É mais que esta pandemia
Não vamos cometer engano
Na vida e no dia a dia
Dar amostra deste passo
Andando certo em nossa “via”
O povo não se conforma
Em seguir do jeito certo
Complicando desta forma
E andando muito perto
O que a ciência nos informa
E que é gesto concreto
Se puder fique em casa
Reflita aqui comigo
Não devemos dar asas
A um grande inimigo
Pois é um vírus que arrasa
A nós e nossos amigos
O “corona” é coroa
Coroa que ninguém quer
Pois ele afeta à toa
Homem, criança e mulher
Nossa vida é muito boa
Para entregar a um qualquer
Para quem sobreviver
Toda esta pandemia
Vai ter muito o que dizer
No passar do dia a dia
E temos muito a rever
Em saúde, política e economia
O sistema de saúde é frágil
E muitas vezes hostil
Precisamos sistema ágil
Cuidando do nosso Brasil
Com consciência em tempo hábil
Trocaremos de perfil
O costume brasileiro
Tem que mudar um pouquinho
Para não ter desespero
Vamos cuidar com carinho
Da distância do companheiro
Dos amigos e do vizinho
Sabemos que este cuidado
Depende muito de nós
Por isso em alto brado
Usamos toda a nossa voz
Vamos pedir ao Deus amado
Para não ficarmos sós
Se você tiver tranquilo
Sem sintomas nem febril
Pense em tudo aquilo
Que está havendo no Brasil
Use proteção sem sigilo
E verá recompensas mil
Espero que amanhã
Eu esteja vivo para contar
Sobre aquilo que sou fã
Quero a todos saudar
Não sejamos gente vilã
E sendo heróis nos ajudar
Fique em casa e use máscara
Esta é uma grande pista
Pois ao contrário escancara
A mortandade em nossa lista
E na poesia te prepara
A saudação do Batista
Aos amigos e familiares
Vamos pedir na homilia
Ao nosso Deus nos altares
Benção para nossa família
E com todos os pesares
Vamos vencer a pandemia
Batista da Cruz Pires
Poeta de Marechal Cândido Rondon