O Presente
Geral

A inquestionável rigidez e seriedade da lei do Audiovisual

calendar_month 17 de março de 2025
3 min de leitura

Diferente da Lei Rouanet, a Lei 8. 685/93 (do Audiovisual), fomenta exclusivamente a produção de filmes, séries, documentários e outras obras culturais direcionadas à TV, cinema e às plataformas digitais.

O filme “Antes do Nascer do Sol”, que vai contar a vida e trajetória de Aury Luiz Bodanese, é amparado pelo Ministério da Cultura pela Lei do Audiovisual, e foi aprovado pela Agência Nacional do Cinema (ANCINE), em setembro de 2024, com imediata publicação no Diário Oficial da União.

As empresas que pagam Imposto de Renda sobre o lucro (sobras), podem abater até 4% deste IR devido, enquanto as pessoas físicas têm o limite de 6%.

Os interessados em apoiar o projeto não precisam efetivar o pagamento imediato. O aporte pode ser feito até o último dia útil do ano de 2025. Apenas é necessário informar o interesse em ser investidor através de uma carta ofício, mencionando o valor a ser aportado e a data prevista de pagamento. Essa confirmação pode ser feita à Companhia Brasileira de Cinema, a Osnei de Lima, fone (54) 9 9926-9157, ou ao Instituto Humaniza, com Magna Tessaro, (54) 9 9977-2062.

Magna, atualmente residindo em Campos Novos, em Santa Catarina, contratada para gerir os recursos públicos do filme “Antes do Nascer do Sol”, garante que as regras da Lei do Audiovisual são específicas, claras e rígidas, e “tudo deve ser 100% comprovado nos quesitos Pré-produção, Produção, Finalização e Distribuição de obras cinematográficas”.

O premiado em Gramado, no Rio Grande do Sul, e diretor do filme, Osnei de Lima, explica como o longa-metragem, a partir de 2027 quando for finalizado, vai alcançar milhões de brasileiros de todas as idades, chegando, inclusive, a públicos mais jovens, que não conheceram a coragem e a ousadia de Aury Luiz Bodanese. “Estamos tendo a mesma audácia de Aury quando criou algumas das mais importantes cooperativas do país; É um grande desafio, todavia, com parceiros que acreditam na força do cooperativismo, tudo sairá dentro do planejado”, garante Osnei, que já lançou 50 obras entre vídeos, curtas e longas. “Pretendemos, como Aury sempre conseguiu realizar, entoar uma obra exemplar”, completa o cineasta.

Cinemas e streaming

Para Osnei, se cada cidadão, que nesse momento faz parte, direta ou indiretamente das instituições criadas por Aury assistir ao filme em salas de cinema ou streaming, com apenas dois familiares ladeados, estaremos ultrapassando 1,5 milhão de pessoas. “Nosso projeto é muito maior do que isso”, prospecta, com convicção. “Queremos adentrar às escolas, feiras, locais onde sabemos que o agricultor e o público urbano cooperado estão. Não é por acaso que estamos rodando o primeiro filme agro no Brasil. Temos como meta atingir principalmente o público que leva alimento para a mesa dos brasileiros diariamente, três vezes por dia”.

Osnei ainda confirma que o jovem do campo precisa conhecer a história de Aury e de seus principais líderes sucessores, como a de Romeo Bet e de Mário Lanznaster (este, em memória), para entender a necessidade de valorização de quem faz da terra sua vocação”, finaliza.

Texto gerado pelo jornalista, Marcos Castro, repórter e fotógrafo, Erechim, no Rio Grande do Sul

 
Compartilhe esta notícia:

Este website utiliza cookies para fornecer a melhor experiência aos seus visitantes. Ao continuar, você concorda com o uso dessas informações para exibição de anúncios personalizados conforme os seus interesses.
Este website utiliza cookies para fornecer a melhor experiência aos seus visitantes. Ao continuar, você concorda com o uso dessas informações para exibição de anúncios personalizados conforme os seus interesses.