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Ao jornal inglês Daily Mail, a mãe dos gêmeos disse que, quando se deu conta, uma equipe de cerca de 20 médicos estava em volta do bebê.
Ele parou de respirar e quase não tinha mais batimentos cardíacos. Depois de 20 minutos, os médicos pararam de tentar reanimá-lo.
Kate relatou que um médico sentou na ponta da cama e perguntou se os pais haviam escolhido um nome para o bebê. E, então, informou que não havia mais nada que pudesse ser feito para salvar Jamie.
Mas o recém-nascido ainda suspirava, e a mãe não quis desistir tão fácil.
Kate pegou o bebê dos braços do médico, pediu a todos que saíssem e o colocou sobre o peito. Então, mandou o marido, David, tirar a camisa e abraçá-lo também.
Nós explicamos a ele que tinha um nome e uma irmã gêmea que ele precisava cuidar. E contamos o quanto tentamos tê-lo.
O bebê, então, deu um suspiro e abriu os olhos. Kate percebeu que Jamie havia voltado a respirar e estava segurando o dedo do pai.
Se tivéssemos deixado o médico levá-lo, Jamie estaria morto.
Hoje, os gêmeos têm quase cinco anos e um irmãozinho caçula, Charlie.
Ele adora dizer: “Quando eu nasci eu era gordinho e os gêmeos eram magrelos. Jamie também estava morto, mas agora ele está vivo”.
Quando Kate contou pela primeira vez o que houve no nascimento dos gêmeos, Emily começou a chorar e abraçar o irmão.
Os médicos ficaram preocupados com a possibilidade de Jamie ter paralisia cerebral, em decorrência da falta de oxigênio no cérebro. Mas o menino não teve sequelas e nenhum problema de saúde se manifestou depois.
Agora, a família Ogg ajuda a levantar fundos para a Miracle Babies Foundation, que ajuda bebês que nasceram prematuros e doentes.