O Burnout, síndrome relacionada ao esgotamento profissional, será categorizado como doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a partir de janeiro de 2022.
Com a mudança, o diagnóstico pode dar direito ao afastamento do trabalho. Para as empresas, a preocupação com a saúde mental dos funcionários deve ser priorizada.
O Burnout teve maior exposição durante a pandemia da Covid-19. Em 2020, os pedidos de afastamento do trabalho devido à transtornos mentais aumentou cerca de 30%. De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez por saúde mental bateu recorde no primeiro ano de pandemia.
Com Tv Cultura