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Cachorra “adota” ninhada de pintinhos: “ela cuida direitinho”

calendar_month 3 de janeiro de 2022
2 min de leitura

A expressão “filho de peixe, peixinho é” passou longe da cachorra Botinha, que adotou seis pintinhos em Presidente Nereu, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. O tutor da cadelinha, o aposentado Ademir Nunes, compartilhou a história com a reportagem.

Segundo Nunes, Botinha adotou a ninhada de pintinhos depois que a mãe deles morreu. A galinha perdeu a vida pouco após chocar os ovos com os filhotinhos.

O dono afirmou que não é a primeira vez que Botinha cuida de galináceos.

“As vezes morria uma galinha e ela adotava. Se tem um pintinho perdido, ela apanha da galinha, mas leva o pintinho para a mãe. Ela é muito boa com os animais, com pintinho, patinho e gatinho”, contou.

A mãe adotiva é super protetora e defende os “bebês” de outros cachorros. Nunes citou que ela sai para passear com ele pela cidade, de quase 2,5 mil habitantes, mas ao permanecer muito tempo longe dos pintinhos, fica angustiada.

“Ela sai comigo por aí, mas quando volta quer saber por onde eles estão. Bate a saudade, ela se encosta neles e eles nela para se aquecer. Apesar de não ser castrada, ela não teve filhos. Ela é muito querida, superprotetora. Se chegar outro cachorro perto ou estranho, ela fica brava”, disse.

Nunes lembrou que teve até um episódio em que a cachorrinha se arriscou para salvar um dos filhos adotivos.

“Um pintinho que caiu na lagoa ela tirou. Ela latiu e eu não dei bola, quando fui ver, ela tirou ele e levou para baixo da cobertinha dela, todo molhado”, destacou.

 

Cachorra Botinha já adotou gatinho

Conforme Nunes, o instinto materno da cachorra Botinha vai além: ela já adotou um gatinho, que também ficou órfão quando era filhote.

“Eu tenho um gatinho, que o cachorro matou a mãe dele na estrada. Eu parei o carro e trouxe para casa. A Botinha cuidou dele também, esquentou nos dias frios e até agora se dão muito bem”, disse. Mas e na hora da comida? De acordo com o aposentado, ele e a família dão alimento enquanto a cachorra monitora, já que a Botinha não consegue. “Nós tratamos separado, porque ela não tem como alimentar”, ressaltou.

 

Com Banda B

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