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Caminhoneiros poderão voltar com a greve em rodovias

calendar_month 13 de março de 2015
2 min de leitura

Divulgação

No Paraná, a greve dos professores foi encerrada, mas, por outro lado, caminhoneiros ameaçam voltar com manifestações e rodovias podem ser bloqueadas novamente. A insatisfação dos caminhoneiros com o encaminhamento da reunião realizada na terça-feira (10), em Brasília, com representantes do Governo Federal, poderá resultar com o retorno das mobilizações da categoria nas estradas, principalmente por trabalhadores autônomos.

Representantes dizem que não foi satisfatório o resultado do encontro, realizado na Associação Nacional dos Transportes Terrestres, que contou com a participação dos ministros dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, do Trabalho, Manoel Dias, e da Secretaria Geral da Presidência, Miguel Rosseto. Não houve acordo entre as partes e, por isso, eles prometem novas manifestações, a partir deste fim de semana.

O deputado Zé Silva, do partido Solidariedade, de Minas Gerais, membro da Frente Parlamentar da Agropecuária, disse que o preço do frete e a alta do diesel seguem pesando no bolso dos profissionais e revoltando a categoria.

As lideranças dos caminhoneiros insistem em medidas para redução do preço dos combustíveis e ficaram decepcionadas com o governo que marcou uma reunião apenas para o dia 26 de março. Na pauta, estarão itens como a tabela de referência de fretes, a regulamentação de Lei dos Caminhoneiros e os aspectos regulatórios do setor.

Segundo o vice-presidente da Central Geral dos Trabalhadores de Transportes do Brasil, Carlos Alberto Litti Dahmer, apesar do adiamento de um acordo, há esperanças que a situação do caminhoneiro melhore com a abertura de uma linha de crédito no valor de R$ 50 mil.

-O Governo Federal vem deixando claro é que será impossível reduzir o preço do óleo diesel uma das principais reivindicações dos caminhoneiros e que levou aos grandes bloqueios de rodovias por todo o país. Para Carlos Alberto Litti Dahmer, o governo não pretende mesmo baixar o óleo diesel, mas aceitou incluir cada reajuste do combustível na tabela de frete.

Apesar da abertura do canal de negociação com o governo federal, muitos caminhoneiros estão confirmados para o protesto de domingo, dia 15, que será realizado com o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Os locais e os estados que devem aderir às novas manifestações ainda não foram definidos.

 
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