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Caso do padre Genivaldo: julgamento de recurso do MP é adiado

Religioso segue preso preventivamente em Curitiba


calendar_month 2 de março de 2026
1 min de leitura

O Ministério Público do Paraná (MPPR) solicitou que todos os crimes atribuídos ao padre Genivaldo Oliveira dos Santos sejam julgados em uma única comarca. O recurso deveria ser julgado nesta segunda-feira (2), mas foi adiado.

O religioso está preso preventivamente em Curitiba desde 2025, após ser transferido.

A Justiça de Cascavel negou na última sexta-feira (27) um pedido da defesa para reverter a prisão preventiva. Também há um pedido de habeas corpus que aguarda julgamento no Tribunal de Justiça do Paraná.

O padre foi preso no dia 24 de agosto de 2025, acusado de cometer 21 crimes de abuso sexual contra crianças e duas mulheres. As vítimas têm idades entre 12 e 48 anos. Segundo a denúncia, são 11 vítimas do sexo masculino e duas do sexo feminino.

O advogado de defesa, Algacir Santos Junior, afirma que há provas suficientes para que o caso tenha uma reviravolta nas próximas semanas.

O MP pede que todos os crimes sejam julgados conjuntamente. As acusações incluem:

8 casos de estupro de vulnerável;

5 de importunação sexual;

2 de violação sexual mediante fraude;

5 de tráfico de drogas;

1 de entrega de substância nociva à saúde.

Com Catve

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