O Ministério Público do Paraná (MPPR) solicitou que todos os crimes atribuídos ao padre Genivaldo Oliveira dos Santos sejam julgados em uma única comarca. O recurso deveria ser julgado nesta segunda-feira (2), mas foi adiado.
O religioso está preso preventivamente em Curitiba desde 2025, após ser transferido.
A Justiça de Cascavel negou na última sexta-feira (27) um pedido da defesa para reverter a prisão preventiva. Também há um pedido de habeas corpus que aguarda julgamento no Tribunal de Justiça do Paraná.
O padre foi preso no dia 24 de agosto de 2025, acusado de cometer 21 crimes de abuso sexual contra crianças e duas mulheres. As vítimas têm idades entre 12 e 48 anos. Segundo a denúncia, são 11 vítimas do sexo masculino e duas do sexo feminino.
O advogado de defesa, Algacir Santos Junior, afirma que há provas suficientes para que o caso tenha uma reviravolta nas próximas semanas.
O MP pede que todos os crimes sejam julgados conjuntamente. As acusações incluem:
8 casos de estupro de vulnerável;
5 de importunação sexual;
2 de violação sexual mediante fraude;
5 de tráfico de drogas;
1 de entrega de substância nociva à saúde.
Com Catve
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