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Cobras, abelhas, aranhas: o que fazer em caso de acidente com animal peçonhento?

calendar_month 27 de junho de 2021
2 min de leitura

Animais peçonhentos são aqueles que produzem peçonha (veneno) e têm condições naturais para injetá-la em presas ou predadores. No Brasil, os que mais causam acidentes são serpentes, escorpiões, aranhas, himenópteros (abelhas, formigas e vespas) e cnidários (águas-vivas e caravelas). Se você, ou alguma pessoa próxima, tiver um acidente com algum desses animais, fique atento!

Conforme a Dica dos Bombeiros da Itaipu, identificar o animal causador do acidente é muito importante. No site do Ministério da Saúde, é possível se informar sobre como evitar esses acidentes e o que fazer. Confira algumas dicas de como agir caso presencie uma situação dessas:

  • Procure atendimento médico imediatamente.
  • Informe ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como: tipo de animal, cor, tamanho, entre outras.
  • Se possível, e caso tal ação não atrase a ida do paciente ao atendimento médico, lave o local da picada com água e sabão (exceto em acidentes por águas-vivas ou caravelas), mantenha a vítima em repouso e com o membro acometido elevado até a chegada ao pronto socorro.
  • Em acidentes nas extremidades do corpo, como braços, mãos, pernas e pés, retire acessórios que possam levar à piora do quadro clínico, como anéis, fitas amarradas e calçados apertados.
  • Não amarre (torniquete) o membro acometido e, muito menos, corte e/ou aplique qualquer tipo de substancia (pó de café, álcool, entre outros) no local da picada.
  • Especificamente em casos de acidentes com águas-vivas e caravelas, primeiramente, para alívio da dor inicial, use compressas geladas de água do mar (ou pacotes fechados de gelo – “cold packs” – envoltos em panos, se disponível). A remoção dos tentáculos aderidos à pele deve ser realizada de forma cuidadosa, preferencialmente com uso de pinça ou lâmina. Procure assistência médica para avaliação clínica do envenenamento e, se necessário, realização de tratamento complementar.
  • Não tente “chupar o veneno”, essa ação apenas aumenta as chances de infecção local.

 

Com JIE

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