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Consultores do Canadá avaliam potencial regional na produção de queijos finos

calendar_month 26 de março de 2019
3 min de leitura

O Biopark – Parque Científico e Tecnológico de Biociências recebeu, durante os dias 11 e 15 de março, a visitados consultores da província canadense do Quebec, Mario Bèland, François Godbout e Étienne Boitteau, especialistas em tecnologia de queijos. Eles conheceram empresas da Região Oeste com o objetivo de traçar um diagnóstico do potencial para a produção de queijos finos e especiais, e assim programar as próximas ações do projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação do Biopark neste segmento.

Os consultores foram convidados pelo idealizador do projeto e Presidente do Biopark, Luiz Donaduzzi, para avaliaram a região com base nos conhecimentos técnicos e práticos da experiência bem sucedida no Quebec, que atualmente tem mais de 100 queijarias.

Durante a semana visitaram empresas da região como a queijaria Kegler, granjas pertencentes a integração 3B Agro, StarMilk e Frimesa. Ao final do cronograma, foi definido o plano de ação para as próximas etapas do projeto, entre as quais se destacam a organização de uma Associação de Produtores de Queijos Finos, com a finalidade de fortalecer a atividade, fornecendo cursos de capacitação, assistência técnica e suporte a produtores de pequeno, médio e grande porte.

 

Fórum Regional

Os especialistas também acompanharam o Fórum de Desenvolvimento Regional em Produção de Queijos finos, realizado no Biopark, em parceria com PTI – Parque Tecnológico de Itaipu. Mario Bèland, gerente do Céntre d´expertise Fromagère du Quebec, releva o potencial da região no segmento de queijos, que conforme ele, “é similar ao Quebec, com a produção agrícola e pecuária favorecida pelo solo rico, clima favorável e situação geográfica”.

O consultor do Quebec também explica que a produção de queijos é importante para valorização do setor e revitalização da produção regional – atualmente 85% das queijarias do Quebec estão nas áreas rurais, gerando renda e aumentando a margem de lucro dos produtores. “A maturação proporciona uma experiência ao consumidor e a experiência é um produto de valor”, afirma Mário ao explicar a relevância na valorização regional da produção.

Ele complementa que, através da experiência canadense, o desenvolvimento do projeto depende de ações bem estipuladas, como mão de obra qualificada com treinamentos específicos e prática em linha piloto; investimentos em pesquisa e inovação; promoção dos produtos locais; suporte técnico e científico para produtores e transformadores (artesanais e industriais); e laboratório para análise e testes de qualidade.

A Associação de Produtores de Queijos Finos está em fase de organização e formalização.  Os interessados no projeto podem entrar em contado pelo telefone (45) 2103-5822 e ou pelo e-mail: secretaria@cepbio.com.br.

 

Com Biopark 

 
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