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Covid-19: Saúde renegocia prazos de entrega de vacinas pediátricas

calendar_month 7 de janeiro de 2023
2 min de leitura

O Ministério da Saúde assinou esta semana um aditivo para a compra de mais 750 mil doses da vacina contra Covid-19 Coronavac, produzida pelo Instituto Butatan. Um novo aditivo, segundo a pasta, deve ser assinado nos próximos dias, garantindo a compra de um total de 2,6 milhões de doses.

As primeiras doses, de acordo com o ministério, devem ser entregues na próxima semana e distribuídas aos Estados para a vacinação de crianças de três a 11 anos. “A pasta segue em tratativas com os laboratórios para garantir mais imunizantes para o público infantil o mais breve possível”.

Doses pediátricas pendentes

Ontem (06), a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, confirmou que o ministério está em tratativas com o laboratório fabricante para sanar o desabastecimento de vacinas pediátricas contra a Covid-19. A prioridade da pasta, segundo ela, é normalizar o fluxo de distribuição e aumentar as coberturas vacinais.
 
“Recebemos o ministério com desabastecimento de vacinas infantis. Entramos em contato com a Pfizer e vamos resolver o problema da entrega até o fim de janeiro”, disse.
 
Dados do ministério mostram que há cerca de 3,2 milhões de doses para crianças de seis meses a quatro anos pendentes de entrega. Quanto ao público de cinco a 11 anos, há previsão de pouco mais de 4 milhões de doses pendentes e que também terão prazo de entrega renegociado. O fornecimento para público acima de 12 anos está em dia.

Média móvel

Boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que o Brasil voltou a registrar queda na média móvel de casos e mortes por Covid-19. Ontem, a variação de casos baixou em mais 39%, enquanto as mortes pela doença registraram queda de 7% na média móvel.

O cálculo é feito observando a variação percentual das médias móveis em um intervalo de 14 dias. Ou seja: a média móvel do dia 14 de cada mês, por exemplo, será comparada com a do dia 1º.

O boletim revela também queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) em praticamente todas as faixas etárias da população adulta.

Agência Brasil

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