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Departamento de Agricultura dos EUA prevê aumento da produção de carne brasileira

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O escritório no Brasil do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos emitiu um relatório em que prevê um aumento de 3,4% na produção de carne bovina brasileira neste ano.

Em volume de produção, a estimativa é de um incremento de 10,5 milhões de toneladas, conforme a previsão do órgão.

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Para os técnicos da USDA no Brasil, o aumento da produção é devido ao aumento da produtividade, aos níveis recordes de exportação e na alta demanda interna.

Em relação a carne suína, a estimativa do USDA é ainda maior.

São projetados elevação na casa dos 4,5% na produção, atingindo níveis recordes de aproximadamente 4,2 milhões de toneladas.

O incremento na carne suína é muito influenciado em razão das exportações para a China, a intensa demanda doméstica e ao que o USDA classifica como estáveis, mas relativamente mais altos para este ano, custos de alimentação dos animais.

O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estima ainda que a economia brasileira deva crescer 2% neste ano, com declínio da inflação e das taxas de desemprego, aliado a um aumento do poder de compra dos brasileiros.

Apesar disso, os níveis de incerteza estão tendo um aumento considerável desde o último mês, em razão do impacto do Novo Coronavírus no país chinês, principal mercado internacional da carne brasileira.

No entanto, os exportadores brasileiros seguem otimistas quanto as exportações de carne de gado e suína produzidas no Brasil em 2020.

As bases para os percentuais de previsão de aumento da produção de carne bovina e suína brasileira projetadas pelo órgão norte-americano são embasadas pelos fatores já citados, como aumento da exportação e demanda interna em crescimento.

Além disso, conforme o USDA, há perspectivas positivas para as safras de soja e milho no Brasil, o que pode contribuir para manter estáveis os custos de produção animal, mesmo que em patamares mais elevados no comparativo com anos anteriores.

Por outro lado, as incertezas se concentram na variabilidade das taxas de comércio internacional, no acordo comercial entre Estados Unidos e China e no impacto do Novo Coronavírus.

 

Com Rádio Difusora

 

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