O Almirante Anatalicio Risden Junior, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, será um dos palestrantes no seminário “Segurança jurídica e desenvolvimento econômico”, que ocorrerá no Centro Universitário UDC, às 19h, no dia 23 de junho próximo.
O evento, que será focado em debater alternativas viáveis à judicialização e abordará os impactos trazidos para a esfera econômica decorrentes de decisões judiciais conflitantes, pretende oferecer reflexão e apontar alternativas à solução mediada de conflitos a partir da experiência e conhecimento dos palestrantes.
Risden que é pós-graduado em Administração Financeira pela Escola de Pós-graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas e, também tem mestrado em Ciências Navais e doutorado em Altos Estudos de Política e Estratégia – Marítimas, possui ampla experiência em gestão, tendo sido diretor de Coordenação do Orçamento da Marinha (COrM) e responsável pelo diálogo institucional entre a Força Naval e demais órgãos do orçamento federal, como o Ministério da Defesa, o Ministério da Fazenda e o Ministério do Planejamento.
Avaliando os progressos de gestão e organização do setor elétrico brasileiro, o Almirante reconhece que ainda há espaço para avanços, mas, enfatiza que “nos últimos anos, por meio de um estreito trabalho em conjunto entre as diversas instâncias dos poderes executivo, legislativo, dos órgãos de controle, do empresariado e da sociedade, baseado nos pilares da governança, da transparência e da estabilidade jurídico-regulatória, tem registrado avanços importantes com relação à desjudicialização”.
Questionado sobre as expectativas de resultados do seminário, Risden afirmou que: “Além de debatermos os aspectos econômicos da previsibilidade e segurança jurídica, é importante refletirmos sobre experiências de sucesso que já logramos”.
E finalizou enfatizando que sua fala abordará aspectos relativos à criação da estatal cuja direção exerce atualmente “apresentaremos o caso da ITAIPU, uma empresa binacional, pertencente a Brasil e Paraguai, cuja Lei de criação, o Tratado de ITAIPU, mesmo cinquenta anos depois, ainda é considerada mundialmente de vanguarda, sendo frequentemente consultada por diversos países que buscam um arcabouço jurídico para seus empreendimentos binacionais.”, disse.
Com Assessoria