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Diretores de Itaipu fazem inspeção nas obras de acesso à Ponte da Integração

Enio Verri (Brasil) e Justo Zacarías Irún (Paraguai) criticaram o andamento


calendar_month 6 de setembro de 2024
2 min de leitura

Os diretores-gerais da Itaipu Binacional, Enio Verri (Brasil) e Justo Zacarías Irún (Paraguai) participam, nesta sexta-feira (6) de uma inspeção na Ponte da Integração.

A nova ligação entre os dois países está 100% pronta, mas não pode ser usada por falta de aduanas e rota. A visita foi surpresa para mostrar aos ministros paraguaios o andamento das obras dos dois lados da fronteira.

A Ponte da Integração teve custo final de R$ 373.684.492,75 (considerando os aditivos). O convênio foi 100% executado com os últimos pagamentos e a prestação final de contas realizada em fevereiro de 2024.

As obras civis foram entregues em outubro de 2023 e iluminação cênica entregue em fevereiro de 2024. Já o acesso à Ponte da Integração tem o custo de R$ 357.131.938,66 e previsão de entrega final da obra em novembro de 2025.A ponte está pronta a quase dois anos mas não pode ser usada por falta de acesso e a liberação está prevista para o final de 2025.

Enquanto isso, no lado paraguaio o trabalho para conseguir o acesso até a ponte da Integração e também a construção da aduana é agilizado.

Aqui do lado brasileiro a obra continua a passos de tartaruga tanto é que a Itaipu a partir de agora começa a criticar também o andamento do trabalho que está sendo feito do lado brasileiro.

A binacional também está financiando a construção dos acessos.

São mais de R$ 357 milhões já repassados ao governo do estado que gerencia o trabalho junto a construtora.

Para o diretor brasileiro da Itaipu, Enio Verri, está faltando agilidade, falta pessoal e maquinário por falta de uma cobrança maior.

O diretor paraguaio da Itaipu também critica a lentidão do lado brasileiro. Segundo Justo Zacarias, o Paraguai deve terminar a construção da aduana ainda em 2024 com possibilidade de operação já no início de 2025 por meio de estradas alternativas até a ponte.

O problema é que com o atraso brasileiro a liberação deve acontecer mesmo no fim do ano que vem.

Com Catve

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