Ford Show Rural
Ecoville – Maior rede de limpeza
Geral

Fronteira enfrenta problema de contrabando de mandioca

Uma reuni atilde;o organizada pelo Conselho de Desenvolvimento Rural, na uacute;ltima sexta-feira (16), no Centro Administrativo Municipal de Gua iacute;ra, reuniu agricultores, representantes da C acirc;mara de Vereadores e t eacute;cnicos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paran aacute; para discutir sobre a poss iacute;vel entrada ilegal no Brasil de mandioca vinda do Paraguai. Na oportunidade, o presidente do Conselho, Jo atilde;o Paulo Machado, alertou t eacute;cnicos da Secretaria do Estado do Abastecimento (Seab) de que os produtores de mandioca guairenses est atilde;o enfrentando uma s eacute;ria concorr ecirc;ncia com os produtos vindos do Paraguai.
Segundo Machado, a mandioca estaria entrando no pa iacute;s atrav eacute;s da fronteira seca do Mato Grosso do Sul, onde ganha nota fiscal e acaba abastecendo as fecularias da regi atilde;o. O presidente do Conselho alegou que a pr aacute;tica est aacute; inviabilizando o plantio do tub eacute;rculo na regi atilde;o de Gua iacute;ra, que, por sua proximidade com o Paraguai, enfrenta a maior concorr ecirc;ncia com o produto estrangeiro. ldquo;Em outras regi otilde;es do Paran aacute; as fecularias est atilde;o pagando em torno de R$ 60 pela tonelada de mandioca, aqui n atilde;o passa de
R$ 35. O n uacute;mero de cargas vindas do Mato Grosso do Sul aumentou nos uacute;ltimos meses e n oacute;s temos informa ccedil; otilde;es que esta mandioca que est aacute; chegando uma boa parte eacute; produzida no outro pa iacute;s rdquo;, alerta.

Sanidade
Al eacute;m da concorr ecirc;ncia desleal e ilegal, Machado tamb eacute;m chama a aten ccedil; atilde;o para as quest otilde;es sanit aacute;rias. ldquo; Eacute; um produto que muitas vezes eacute; cultivado fora dos padr otilde;es sanit aacute;rios exigidos pelo Brasil. Essa entrada ilegal traz terra que pode contaminar o solo e consequentemente a nossa produ ccedil; atilde;o rdquo;, sintetiza.
A proposta da reuni atilde;o foi do engenheiro agr ocirc;nomo da Seab Ricardo Moraes Witzel, respons aacute;vel pela defesa de sanidade vegetal do escrit oacute;rio de Gua iacute;ra. Segundo ele, a ideia eacute; formalizar a den uacute;ncia de contrabando. ldquo;A partir do momento que o Conselho encaminhar para a Seab um of iacute;cio contendo a ata dessa reuni atilde;o e solicitando as provid ecirc;ncias, n oacute;s estaremos remetendo a Curitiba para saber quais ser atilde;o as medidas mais adequadas para essa finalidade rdquo;, explica.

Casa do eletricista MINIESCAVADEIRA

Apoio
Al eacute;m de produtores rurais, a reuni atilde;o contou com a presen ccedil;a do presidente e vice da C acirc;mara de Vereadores de Gua iacute;ra, Valberto (Beto) Paix atilde;o da Silva (PR) e Almir Bueno (PT). Ambos se solidarizaram com a quest atilde;o e prometeram colaborar na medida do poss iacute;vel. Almir informa que est aacute; elaborando um of iacute;cio que ser aacute; encaminhado agrave; Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento e tamb eacute;m agrave; Receita Federal. J aacute; o presidente Beto Paix atilde;o se colocou agrave; disposi ccedil; atilde;o para dialogar com a Seab em Curitiba. ldquo; Eacute; uma situa ccedil; atilde;o complicada que exige muito di aacute;logo, n atilde;o s oacute; no Estado do Paran aacute;, como tamb eacute;m no Mato Grosso do Sul. Se existir mesmo essa situa ccedil; atilde;o, temos que destacar que essas cargas v ecirc;m sendo legalizadas naquele Estado rdquo;, completa o presidente da C acirc;mara.

lt;galeria / gt;

TOPO