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Inicia a regulamentação de moto-taxistas em Toledo

Atrav eacute;s do Departamento de Tr acirc;nsito (Deptrans), o munic iacute;pio de Toledo iniciou o trabalho para a regulamenta ccedil; atilde;o dos moto-taxistas em atividade na cidade. Durante reuni atilde;o realizada ontem (20), no audit oacute;rio da Central dos Conselhos, a Deptrans apresentou aos profissionais os dispositivos da Lei ldquo;R rdquo; 77, de agosto de 2005, que regulamenta o exerc iacute;cio da atividade no munic iacute;pio. A estimativa do departamento eacute; que haja pelo menos 60 moto-taxistas trabalhando na cidade. A partir de hoje (21), eles ter atilde;o o prazo m aacute;ximo de 30 dias para se adequarem conforme prev ecirc; a lei. A pr oacute;xima a ccedil; atilde;o do Departamento ser aacute; voltada aos prestadores de servi ccedil;o de moto-entrega.
Para o secret aacute;rio municipal de Seguran ccedil;a e Tr acirc;nsito de Toledo, Jo atilde;o Vianei Cresp atilde;o, com os moto-taxistas trabalhando nas conformidades da lei, haver aacute; maior facilidade no trabalho de fiscaliza ccedil; atilde;o dos agentes de tr acirc;nsito. Ele prev ecirc; que a adequa ccedil; atilde;o dos profissionais em rela ccedil; atilde;o aos equipamentos obrigat oacute;rios, previstos em lei – como capacete branco para o condutor, paralama dianteiro da motocicleta na cor amarela, identifica ccedil; atilde;o da empresa no tanque da motocicleta, colete e registro municipal – ser aacute; mais f aacute;cil de ser realizada. ldquo;O que pode demorar eacute; a abertura de empresa, mas acredito que o prazo de 30 dias eacute; o suficiente rdquo;, comenta Cresp atilde;o. Segundo ele, os profissionais poder atilde;o atuar como aut ocirc;nomos, empresa ou em cooperativa.
Ap oacute;s o per iacute;odo estipulado para a regulamenta ccedil; atilde;o, o secret aacute;rio aponta que ser aacute; realizado o trabalho de fiscaliza ccedil; atilde;o, e quem estiver trabalhando irregular corre o risco de ter o ve iacute;culo apreendido. ldquo;Vamos fiscalizar e se necess aacute;rio fecharemos o ponto rdquo;, explica Cresp atilde;o. Ele entende que com os moto-taxistas devidamente legalizados e identificados haver aacute; tamb eacute;m melhora na presta ccedil; atilde;o dos servi ccedil;os realizados pelos profissionais. ldquo;A popula ccedil; atilde;o poder aacute; identificar tamb eacute;m quem s atilde;o os moto-taxistas e solicitar uma corrida, mesmo eles estando fora do ponto rdquo;, enfatiza.

Garantias
A maioria dos profissionais comunga do mesmo pensamento. Eles apontam que a observ acirc;ncia da lei eacute; tamb eacute;m o reconhecimento do trabalho realizado pela categoria. H aacute; dois meses trabalhando em Toledo, Valdecir Donizete Coelho, que j aacute; era moto-taxista em Maring aacute;, disse que a principal dificuldade vista por ele eacute; em rela ccedil; atilde;o ao prazo para a adequa ccedil; atilde;o. Contudo, ele indica que trabalhando de forma regular os profissionais ter atilde;o mais garantias, principalmente quando sofrerem algum acidente. ldquo;N oacute;s queremos trabalhar com seguran ccedil;a, e garantir a seguran ccedil;a dos nossos passageiros. Quando ocorrer de uma moto ser roubada a pol iacute;cia ter aacute; maior facilidade para recuper aacute;-la rdquo;, comenta Coelho.
J aacute; o propriet aacute;rio de um ponto de moto-t aacute;xi, Eleandro Siqueira, afirma que a categoria discutir aacute; a possibilidade de ser montada uma cooperativa de presta ccedil; atilde;o de servi ccedil;o, no entanto ele indica que em seu ponto j aacute; foi conversado sobre a forma ccedil; atilde;o de uma empresa devidamente cadastrada. ldquo;Ainda n atilde;o vimos como vamos atuar, mas trabalharemos devidamente legalizados. A lei nos trar aacute; uma garantia para o futuro, pois se sofrer um acidente que o impossibilita de trabalhar, o moto-taxista ter aacute; condi ccedil; otilde;es de receber indeniza ccedil; atilde;o do INSS rdquo;, salienta Siqueira.

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