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Mais uma vez tomate é o vilão no valor da Cesta Básica

Novamente, o vilão no valor da Cesta Básica de abril foi o tomate com aumento de +22,03% (Foto: Divulgação)

Novamente, o vilão no valor da Cesta Básica de abril foi o tomate com aumento de +22,03%. Com uma elevação de quase dez reais no valor total comparado ao do mês anterior, segue o padrão nacional, já que de acordo com o DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – houve aumento nas 18 cidades pesquisadas.

Esses dados foram apurados na Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) pelo projeto de extensão intitulado “Determinação Mensal do Custo de Cesta Básica de Alimentação em Cascavel”, orientado pelo professor dr. Luciano Costa.

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De acordo com o Boletim Informativo de abril, “na região Sudoeste do Paraná, o aumento do tomate também foi expressivo: 5,66% em Dois Vizinhos, 44,23% em Francisco Beltrão e 43,02% em Pato Branco. O arroz aumentou em Cascavel, contrariando a tendência nacional, que foi de queda no produto. Segundo o DIEESE, o preço do arroz diminuiu em 12 das 18 capitais pesquisadas, devido principalmente a fraca demanda pelo produto”.

Na região Oeste e Sudoeste do Paraná foi registrado uma queda no preço da margarina. Fato este associado à maior oferta de um insumo base (soja), que torna esse produto mais barato e reduz os custos de produção e preço final da margarina.

Conforme os estudos realizados, uma família precisa de uma renda entre 15% a 30% superior ao salário mínimo para adquirir apenas os itens alimentares da cesta básica. Portanto, seria necessário um salário 3,27 vezes maior do que o salário mínimo para cobrir todas as despesas familiares com alimentação, saúde, educação, transporte, higiene, vestuário, lazer e previdência.

O professor dr. Luciano Costa explica que “o curso de Ciências Econômicas de Francisco Beltrão também coopera com a pesquisa, determinando o custo de cesta básica de alimentação para Dois Vizinhos, Pato Branco além do próprio município de Francisco Beltrão”. Todos utilizam a metodologia do Dieese e da Unioeste – Francisco Beltrão.

 

Com assessoria 

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