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| Membros da Caciopar em recepção ao presidente da Faciap, Ardisson Akel: mobilização começou na segunda-feira (08) em defesa de um índice menor de reajuste ao piso regional (Foto: Divulgação) |
Entidades do setor produtivo do Paran aacute; come ccedil;am a se mobilizar de olho em uma campanha para defender um iacute;ndice menor de reajuste ao piso regional. O in iacute;cio da mobiliza ccedil; atilde;o come ccedil;ou na segunda-feira (08), durante encontro informal entre l iacute;deres de algumas das federa ccedil; otilde;es patronais do Paran aacute;, no Show Rural Coopavel. O presidente da Federa ccedil; atilde;o das Associa ccedil; otilde;es Comerciais e Empresariais do Estado (Faciap), Ardisson Akel, informa que o consenso dos l iacute;deres empresariais eacute; de que, caso aprovada a proposta de reajuste superior a 20% em rela ccedil; atilde;o ao valor atual, empresas ter atilde;o muitas dificuldades para honrar esse compromisso.
O que se busca, conforme o presidente da Coordenadoria das Associa ccedil; otilde;es Comerciais e Empresariais do Oeste do Paran aacute; (Caciopar), Guido Bresolin J uacute;nior, eacute; a defini ccedil; atilde;o de um valor que seja razo aacute;vel para todas as partes, porque dessa forma unilateral a economia paranaense ter aacute; muito a perder. ldquo;Se a Assembleia Legislativa, que j aacute; aprovou a proposta do governador Roberto Requi atilde;o em primeira discuss atilde;o, mantiver sua posi ccedil; atilde;o, haver aacute; perdas de competitividade nos produtos paranaenses, com redu ccedil; atilde;o da atividade empresarial e, consequentemente, com mais desemprego rdquo;, diz Guido.
A mobiliza ccedil; atilde;o que as federa ccedil; otilde;es passam a tabular busca mostrar aos deputados estaduais que uma decis atilde;o como essa n atilde;o pode ter qualquer vi eacute;s eleitoreiro. ldquo;O Paran aacute; tem muito a perder caso isso venha a ocorrer, porque ent atilde;o o piso regional, que poder aacute; chegar a R$ 765, ser aacute; uma vez e meia maior que o sal aacute;rio-m iacute;nimo pago em todo o pa iacute;s rdquo;, conforme Guido.
Segundo Akel, a hora eacute; de cautela e de refletir em favor de todo o conjunto social. Nada se constr oacute;i de forma unilateral e isoladamente, ressalta. ldquo;Todos querem poder pagar um sal aacute;rio maior, mas com a atual carga tribut aacute;ria brasileira, na casa dos 37%, fica praticamente imposs iacute;vel rdquo;, ressalta.
