A história de Rafaela Cristina é marcada por lacunas, e por uma pergunta que a acompanha há anos: de onde ela veio?
Moradora de Uberaba (MG), a jovem afirma que pode ter sido sequestrada ainda bebê, aos três meses de vida, em São Paulo. Segundo o relato, ela nasceu prematura, de sete meses, no Hospital Santa Marcelina, e a mãe biológica se chamaria Fernanda Cristina.
De acordo com as informações que conseguiu reunir ao longo da vida, Rafaela teria sido levada por uma babá que trabalhava na casa da família. A criança foi parar em Alagoas, onde uma mulher chegou a receber uma proposta para ficar com ela em troca de dinheiro mensal, mas recusou por não ter condições. Depois disso, a bebê foi entregue a outra família, que a criou.
Rafaela descobriu que era adotada aos 16 anos. Na época, preferiu não buscar a família biológica para não magoar os pais que a criaram. A decisão mudou com o tempo. A mãe adotiva morreu há 14 anos e o pai adotivo faleceu há cinco. Desde então, a vontade de entender a própria origem se tornou mais forte.
Hoje, até a idade é uma incógnita. Os documentos indicam uma informação, mas, com base em registros antigos, ela acredita ter cerca de 27 anos e completar 28 em setembro.
Sem respostas oficiais, Rafaela decidiu expor o caso nas redes sociais. O objetivo é alcançar alguém que reconheça a história, ou que possa ajudar a ligar os pontos de um passado interrompido ainda no início da vida.
Com Catve.com
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