É justamente na área urbana de Cascavel, onde há comércio e serviços de educação e saúde dos dois lados da BR-163, e que exige atenção dos pedestres. O contrato com a empresa responsável pelos radares eletrônicos terminou em maio e agora, quem venceu o processo de licitação, tem prazo até o fim de agosto para concluir a instalação dos equipamentos.
A empresa também será responsável pela manutenção de equipamento próximo ao trevo Guarujá, que nem sequer funciona. A base foi o que sobrou da lombada eletrônica destruída. No chão a confirmação de que o trevo é palco de muitos acidentes. O maior problema é o movimento, pois quem sai da região do Cascavel Velho, sofre para conseguir atravessar a BR-277.
E nem é difícil flagrar imprudência. O condutor de um carro parece carregar mais peso que o permitido, passa no limite, arriscando a colisão com o caminhão. Como se existisse semáforo, um caminhoneiro para o trânsito para os veículos cruzarem o trevo. O exemplo é seguido pelo motorista de outra carreta que vai no sentido contrário. Mas a empatia também não é segura, pois há risco de engavetamento.
Com Catve