
O setor energético no Brasil apresenta sinais de degradação e enfraquecimento há alguns anos. Muitas cidades sofrem anualmente com ameaças de racionamento, visto que a demanda por energia cresce exponencialmente e os recursos hídricos – maior fonte de energia do país – têm apresentado indícios de esgotamento. Diante deste cenário, opções de produção de energia renovável ganham espaço, como é o caso do sistema de energia solar fotovoltaica.
Segundo Lucas Willian Pinto, pro-prietário da Mais Energia, empresa que atende Marechal Cândido Rondon, Palotina e região, a energia fotovoltaica é produzida por meio da irradiação solar. Quando expostos ao sol, os painéis fotovoltaicos transformam a radiação solar em energia elétrica, que por sua vez passa por um aparelho chamado inversor, que converte a energia do tipo corrente contínua em energia elétrica corrente alternada para ser usada em todos os equipamentos elétricos em casa, na empresa ou mesmo na área rural, detalha.
O empresário explica que mesmo em dias nublados é possível a captação de luz, enquanto que em dias de muita irradiação a energia produzida em excesso vai para a concessionária de serviço público, no caso do Paraná a Companhia Paranaense de Energia (Copel). A energia gerada em excesso volta para a rede elétrica através do relógio de luz (bidirecional) e se transforma em créditos que podem ser usados nos meses com menos geração ou podendo reduzir a fatura de energia de outro imóvel, desde que esteja sob o mesmo CPF ou CNPJ, diz.
A redução na conta de energia chega a 95% e o impacto ambiental é praticamente inexistente, já que a energia é limpa e renovável.
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