Todas as coisas têm o seu tempo e todas elas passam debaixo do céu segundo o
tempo que a cada um foi prescrito. Há tempo de nascer e tempo de morrer… (Livro do Eclesiastes, 3,1-2).
Há um pensamento, de autor desconhecido, mais ou menos assim: “Não se morre quando se é amado, ficamos eternizados nas lembranças, nos ensinamentos, nas brincadeiras. O amor tudo pode, só ele é capaz de manter vivo quem amamos”.
Neste dia 13 de maio de 2023, faz dois anos que o nosso BRENO AUGUSTO SPINASSI partiu. Dois anos de muitas lágrimas, de muita saudade, que chega a doer no peito, de muitos porquês, de muitas perguntas, de nenhuma resposta. Parece que a cada dia a ausência dele dói mais.
Não sou poeta, mas gosto muito de poesia e, por isto, me atrevi a compor um soneto em homenagem ao nosso inesquecível BRENO, que não sai de nossos pensamentos e dos nossos corações, nem por um segundo.
Breno, meu filho
Novembro de 2022
Breno, meu filho, onde estás com teu sorriso?
Eu nem preciso te dizer quanto me faltas.
Em noites altas, eu quase perco meu juízo,
No paraíso, em meus sonhos, me arrebatas.
Breno, meu filho, que saudade do teu jeito.
De teu respeito, tua humildade, tua doçura,
De tua figura que eu trago dentro do peito,
Tu foste feito de amor e de ternura.
Breno, meu filho, que saudade tão doída,
Tua mãe, sofrida, não te esquece um só segundo,
Amor fecundo de uma alma destemida.
Como é sentida a tua ausência, em dor me afundo,
É tão profundo o amargor da despedida,
Pois tua vida fez melhor o nosso mundo.
Amado filho, saudade imorredoura. Vamos nos reencontrar um dia e DEUS, que é PAI, sabe quando será o nosso reencontro.
Por Clairton Mario Spinassi
