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Sou a dengue, mas os pacientes me chamam de febre quebra ossos

calendar_month 21 de março de 2015
2 min de leitura

Divulgação

Assim como a maioria dos rondonenses, a professora Maira Bär está se armando dia a dia de repelente, roupas mais estruturadas e nada de água parada à sua volta. Mas ela acrescenta um detalhe a mais na prevenção à dengue: temor. E não poderia ser diferente. A moça tem calafrios só de pensar em vir em dengue hemorrágica, já que ela teve a doença clássica . A notícia da morte da jovem Aline Gracioli recentemente foi um choque para ela e para todos os moradores de Marechal Cândido Rondon. A preocupação está ainda maior porque ninguém está livre de ser picado pelo mosquito (Aedes aegypti). Em casa cuidamos bastante, mas não ficamos só em casa, expõe Maira.

Apesar de tudo ter acontecido em 2007, Maira ainda lembra bem dos sintomas da dengue. Ela teve muita febre, dores classificadas por ela como insuportáveis, um mal-estar tremendo e complicações no fígado. Foram 15 dias de cama, com risco de morte iminente. Ela afirma que o nome popular de febre quebra ossos resume bem o que sentiu. Foi a pior experiência que já tive em questão de saúde, avalia. E não quero passar por isso novamente, acrescenta.

 

Leia a matéria completa na edição impressa de hoje (21)

 
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