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“Traições” ameaçam unidade de alianças eleitorais

A disputa pelo Governo do Paran aacute; nas elei ccedil; otilde;es de outubro ter aacute; a marca da ldquo;trai ccedil; atilde;o rdquo;. Pelo menos tr ecirc;s legendas, apesar de declararem oficialmente apoio a determinado candidato, ter atilde;o lideran ccedil;as filiados trabalhando pelos advers aacute;rios nos bastidores. Este eacute; o caso do PP, DEM e PMDB.
Se depender da vontade do diret oacute;rio estadual, mais especificamente do seu presidente, deputado Ricardo Barros, o PP deve subir no palanque do candidato pedetista ao Pal aacute;cio das Arauc aacute;rias, senador Osmar Dias. Barros tem interesse direto na candidatura de Dias ao governo, j aacute; que pretende disputar cadeira no Senado e assim teria menos um advers aacute;rio de peso na disputa. Assim, a tend ecirc;ncia eacute; que o principal cacique da legenda no Estado articule os correligion aacute;rios para fechar com o PDT. Por eacute;m, um grupo do PP em Curitiba – capitaneado pelo deputado estadual Ney Leprevost – tem grande simpatia pelo projeto governamental do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB).
ldquo;O partido caminhar aacute; unido. N atilde;o haver aacute; discord acirc;ncia. Precisamos saber qual candidato vai assumir mais compromissos conosco e com nossa proposta de governo. Essa defini ccedil; atilde;o passa pela candidatura ao Senado e pela coliga ccedil; atilde;o na proporcional rdquo;, afirma Barros.
No Democratas, a situa ccedil; atilde;o eacute; semelhante. O presidente estadual, deputado Abelardo Lupion (DEM), tamb eacute;m eacute; pr eacute;-candidato ao Senado. Portanto, trabalha para costurar acordo com a turma de Osmar Dias. A tarefa de Lupion, no entanto, eacute; mais aacute;rdua que a de Barros. Para consolidar uma alian ccedil;a com PDT, o l iacute;der democrata ter aacute; que superar a resist ecirc;ncia da c uacute;pula nacional, que sequer considera dividir palanque com o PT – prov aacute;vel principal aliado de Osmar Dias – e das maiores lideran ccedil;as do partido no Estado. Dos cinco deputados estaduais do DEM, quatro – incluindo o presidente da Assembleia, Nelson Justus – j aacute; afirmaram publicamente que ir atilde;o trabalhar na campanha de Richa.
Justus – que em 2006 j aacute; apoiou a reelei ccedil; atilde;o do governador Roberto Requi atilde;o – enquanto a maior parte do DEM (na eacute;poca ainda com o nome de PFL), foi com Osmar Dias – afirmou que independente da decis atilde;o do partido, j aacute; decidiu pelo apoio a Richa.
No PMDB a situa ccedil; atilde;o eacute; ainda mais confusa. Mesmo que o vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) consiga se confirmar como candidato ao governo, eacute; improv aacute;vel que todas as principais for ccedil;as do partido estejam agregadas. O pr oacute;prio Requi atilde;o trabalha nos bastidores para fechar um acordo, mesmo que ldquo;branco rdquo;, com os tucanos, interessado em tirar o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB) da disputa pelo Senado. H aacute; ainda outra ala – encabe ccedil;ada pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes – que defende a composi ccedil; atilde;o com o PDT de Osmar Dias.

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