Os reflexos da paralisação nacional dos Correios, que iniciou no dia 17 desse mês, são sentidos em Marechal Cândido Rondon e região.
Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (Sintcom-PR), Alexander Menezes, em Marechal Rondon o trabalho é realizado por 30% do efetivo. “Estamos respeitando todas as decisões judiciais e permanecemos em greve porque a empresa não está se mostrando disposta a negociar com os trabalhadores”, declarou à reportagem de O Presente.
Ele relata que a empresa estaria desrespeitando o acordo coletivo firmado com os funcionários em 2019 e que valeria por dois anos. “Ninguém está pedindo aumento, queremos apenas que a empresa respeite a decisão judicial e que permaneça o que foi definido no acordo coletivo”, explica Menezes.
De acordo com ele, no Paraná cerca de 76% dos funcionários aderiram à paralisação, o que resultou no fechamento de algumas agências. “Algumas não estão conseguindo abrir por conta da alta adesão dos trabalhadores”, relata.
Nas agências dos Correios de Marechal Rondon o trabalho não foi interrompido, no entanto, o serviço de entrega de correspondências e encomendas está prejudicado por causa da greve que não tem previsão para terminar.
O Presente