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Marechal

“A fronteira tem dono e este dono se chama BPFron”, diz comandante-geral da PM do Paraná

calendar_month 2 de janeiro de 2020
2 min de leitura

De passagem por Marechal Cândido Rondon na segunda-feira (30), o comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Paraná (PM-PR), coronel Péricles de Matos, revelou ao O Presente que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública, prepara uma série de investimentos estruturantes para o ano de 2020 no setor. “São questões que atendem a parte logística, com aquisição de viaturas, armamentos, equipamentos, bem como na tecnologia, porque detectamos defasagem tecnológica. Também ampliaremos o atendimento psicossocial aos policiais militares”, declarou.

No que tange à mudança de comando do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) – o tenente-coronel Saulo de Tarso Sanson Silva repassou o cargo ao major André Cristiano Dorecki -, o comandante-geral da PM salienta se tratar de um processo natural, uma vez que a carreira oficial é mais ágil e diversificada do que a dos praças. “Dorecki agregou conhecimento em Brasília e será aproveitado no BPFron. O Sanson vai ‘minerar’ recursos federais à Secretaria de Segurança Pública do Paraná e à PM do Estado. Dorecki e Sanson são grandes companheiros que combatem o crime utilizando o setor de inteligência e por meio de operações bem-sucedidas”, enaltece.

 

Boa reputação

“Por isso o BPFron é requisitado por outras agências, que o procuram para trabalhar em conjunto devido à boa reputação, ao trabalho sério e à qualidade das operações. O dever da PM, através do BPFron, é proporcionar segurança à fronteira, cujo trabalho reduz o crime em São Paulo e no Rio de Janeiro, no entanto o resultado da atividade beneficia o mundo como um todo”, destaca Matos.

 

Sede definitiva

Segundo ele, o projeto que trata da construção da sede definitiva do BPFron encontra-se com protocolo adiantado e sinalização positiva por parte do Governo Ratinho Junior, com o cronograma seguindo de acordo com o previsto. “Uma outra companhia pode ser inaugurada no Sudoeste do Paraná, portanto o BPFron se estabelece e finca estacas em toda área de fronteira dizendo que por aqui o crime não passa. A fronteira tem dono e este dono se chama BPFron”, conclui.

 

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