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Marechal

Arrecadação do município rondonense em 2016 foi de R$ 159,3 milhões

 

Cristiano Viteck

Audiência pública foi coordenada pelo Poder Legislativo

 

A Câmara de Marechal Cândido Rondon promoveu na sexta-feira passada (24) audiência pública com a Secretaria Municipal de Fazenda, relativa ao cumprimento das metas fiscais do Poder Executivo ao longo do ano passado. Os trabalhos foram abertos sob coordenação do presidente da Comissão e Finanças, Orçamento e Fiscalização da Câmara, vereador Valdir Port (Portinho).

O relatório indicou que, em 2016, o município rondonense teve uma arrecadação total de R$ 159.317.496,77 o que significa R$ 4.037.496,77 a mais do que havia sido previsto para o ano: R$ 155.280.000,00. Conforme o secretário de Fazenda, Carmelo Daronch, e o contador da Prefeitura, Maico Alexandre Heck, a meta foi ultrapassada em virtude da arrecadação a maior de impostos (como IPTU, IR, ISSQN E ITBI), taxas, rendimentos de aplicação, serviços e outras receitas correntes.

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Com relação às despesas totais do município em 2016 incluindo os gastos da Prefeitura, Câmara, Saae, Fundação Promotora de Eventos (Proem) e Fundo Municipal de Desenvolvimento (FMD) , elas chegaram a R$ 158.796.419,91. Assim, a diferença entre as receitas e despesas tiveram um resultado positivo de R$ 521.076,86.

Especificamente na área de Educação os investimentos foram de R$ 31.762.564,26 ou 31,99% dos recursos do município, sendo que por lei o mínimo a ser investido é 25%. No setor de Saúde foram aplicados R$ 26.707.095,94 ou 27,47% da receita, quando o obrigatório é 15%.

Durante seu pronunciamento, Carmelo Daronch elogiou o trabalho realizado pelo secretário anterior da Fazenda, Clair Zoia, pela transparência com que encerrou o trabalho frente à pasta, disponibilizando ao novo governo todos os números necessários para o início da atual gestão. Sobre a maneira como pretende conduzir os trabalhos na Secretaria da Fazenda, Daronch garantiu que fará o melhor, buscando sempre atuar de forma técnica. Na nossa pasta, temos ao lado profissionais qualificados. Não vamos só assinar empenhos, mas cuidar do dinheiro público, assegura.

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