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Marechal

Cadastro mais ativo da Associação Sangue Bom, rondonense de 54 anos já doou sangue 28 vezes

calendar_month 5 de abril de 2022
3 min de leitura

Marlene Zache Ohse tem 54 anos e é um dos cadastros mais ativos da Associação Sangue Bom. Ela é doadora desde 2009 e viu as coisas mudarem depois que a Associação surgiu. “Eu tinha ido uma ou duas vezes, mas como morava na colônia, parei de ir porque era complicado. Foi em 2009 que eu criei o hábito e, até este ano, já fiz 28 doações”, conta.

Ao O Presente, a rondonense relata que seu marido fez uma cirurgia do coração e, devido a complicações do procedimento, precisou receber sangue. “Eu já era doadora voluntária antes mesmo de precisar e nesse momento minha doação ‘valeu por duas’. Depois dali eu não falhei mais”, enfatiza.

 

Facilidade

O marido dela, Valdemar, não pode doar sangue, mas sempre ajudou a esposa em sua missão solidária. “Antes da Associação, ele me levava para Toledo três vezes por ano para eu doar voluntariamente”, relembra.

Com o surgimento da Associação, Marlene diz que ficou muito mais fácil e a cada quatro meses ela faz a sua doação. “Graças a Deus existe a Associação Sangue Bom e feliz é aquele que não precisa, porque é melhor você doar do que precisar. O que eu sinto ao doar é indescritível. Dá uma sensação boa, uma leveza. É um verdadeiro ato de amor a doação de sangue. Você se sente tão bem e muitas vezes nem sabe quem está ajudando, só tem a certeza de que vai salvar vidas”, enaltece.

 

Uma picadinhaEla é “toda elogios” ao trabalho prestado pela entidade. “É excelente. O Wilmar é um querido e está sempre junto. A recepção e o pessoal que leva de ônibus também é muito simpático. Em Toledo você também é muito bem atendido”, avalia.

Apesar da experiência positiva, a rondonense observa que ainda não há conscientização sobre a doação de sangue, uma vez que mais pessoas poderiam contribuir com a causa. “Não dói nada. O pessoal que atende é muito qualificado e é só uma picadinha, a mesma coisa de quando se tira sangue para exames. Entre oito e dez minutos eu estou pronta, já saí da cadeira e fui para o lanche”, detalha.

Marlene Zache Ohse, de 54 anos: “Não dói nada. O pessoal que atende é muito qualificado e é só uma picadinha” (Foto: Divulgação)

Valdemar Ohse já precisou de doadores e não pode doar sangue. Marlene, por outro lado, foi doadora desde antes da necessidade (Foto: Divulgação)

Associação Sangue Bom

Buscar e encaminhar voluntários para doação de sangue é a missão da Associação Sangue Bom, que completou cinco anos de existência ontem (04). A entidade é um projeto do Lions Clube de Marechal Cândido Rondon, em parceria com a prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, que disponibiliza o transporte.

De 2017 até então o trabalho foi intenso e, de acordo com o rondonense, a associação hoje tem um dos maiores bancos de doadores do Paraná. “Nosso banco tem aproximadamente 6,5 mil cadastros, no qual buscamos as pessoas que fazem a doação de sangue”, pontua Wilmar Güttges, que está à frente do projeto. Clique aqui e confira a matéria.

 

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